05/07/2022

Livro destaca fatos relevantes para o setor de seguros nos últimos 200 anos

Publicado pela ENS, o livro “Demografia e Economia nos 200 anos da Independência do Brasil e Cenário para o século XXI” faz uma análise dos 30 fatos econômicos mais importantes para o mercado
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EXCLUSIVO – Visando celebrar os 200 anos da independência do Brasil, a ENS (Escola de Negócios e Seguros) lançou o livro “Demografia e Economia nos 200 anos da Independência do Brasil e Cenário para o século XXI”. Escrito pelo demógrafo José Eustáquio Diniz Alves, o livro faz uma análise as transformações ocorridas no país nos últimos 200 anos. O principal objetivo da publicação é colaborar para o conhecimento da história brasileira, enfatizando os principais desafios da sociedade ao longo do tempo.

O livro, além de destacar os aspectos econômicos e demográficos do Brasil, destaca os principais momentos da trajetória do mercado de seguros no país, como a criação da primeira seguradora brasileira em 1808, o nascimento da Susep (Superintendência de Seguros Privados), a regulamentação dos corretores de seguros, o lançamento dos produtos VGBL E PGBL e tantos outros fatos que levaram ao crescimento do setor. Atualmente, o segmento tem uma participação de 6,5% no PIB, de acordo com a CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras).

Um dos capítulos da publicação foi escrito por Francisco Galiza, economista e consultor do mercado de seguros. Ele fez uma análise dos 200 anos do setor, tendo como referência seus 30 fatos econômicos mais relevantes. “Esses fatos correspondem a aspectos específicos e não específicos ligados ao setor. Pedi ajuda aos executivos das áreas de seguros, capitalização e previdência para que listassem os principais momentos históricos do mercado. Ao compilar esses dados, cheguei aos 30 fatos”, diz Galiza.

Segundo o economista, o livro é de extrema importância para ressaltar que o mercado de seguros não chegou onde está de um dia para o outro, enfrentando muitos desafios e sendo resiliente para provar sua força para toda a sociedade. “No meu capítulo fica muito claro esse senso de continuidade na história do setor. Muitas pessoas se dedicaram e construíram essa indústria, e nenhum de nós estaria aqui se não fosse por elas. Cada geração colaborou para o crescimento dos seguros de acordo com a sua realidade, por isso considero que somos um pequeno elo de uma corrente para proteger a sociedade. ”, afirma.

Nicole Fraga
Revista Apólice