05/07/2022

Sandbox movimenta os negócios da eBaoTech

Das 21 empresas autorizadas a atuar no ambiente experimental pela Susep, a companhia negocia atualmente com cinco delas
metaverso

A divulgação dos projetos selecionados para participarem da segunda edição do sandbox alterou a rotina de trabalho da eBaoTech. Das 21 empresas autorizadas a atuar no ambiente experimental pela Susep (Superintendência de Seguros Privados), a líder global em tecnologia para o setor de seguros negocia atualmente com cinco delas, mas já fechou com outras quatro: 88i Seguradora Digital, Simple2u, Darwin e Split Risk.

Uma das empresas que já está em produção é a Simple2u, do grupo MAG. Focados em seguros de pessoas, a companhia está ofertando produtos inovadores ao mercado. Nesse caso, a eBaoTech ajudou na entrega de serviços, infraestrutura e da tecnologia que permitiu a atuação no modelo ‘pay per use’, de forma que o segurado possa abastecer sua conta com créditos que são abatidos conforme o uso.

Outro serviço recentemente entregue foi para a 88i Seguradora Digital, participante da primeira fase do sandbox. “Eles já eram nossos clientes desde 2019. Depois que foram autorizados a atuar como seguradora digital, complementamos todos os processos faltantes para operação de seguros, ampliando a integração para que fosse possível fazer a oferta de novos produtos”, disse Weliton Costa, diretor de Desenvolvimento de Negócios América Latina da eBaoTech.

Entrantes do segundo sandbox, Darwin e Split Risk, ambas focadas no seguro automóvel, mas com modelos de comercialização distintos, estão em processo avançado de implantação dos serviços da eBaoTech, visando entrada em produção das suas operações em breve. O projeto da Darwin é focado no modelo de precificação pelo comportamento dos motoristas, enquanto o da Split Risk envolve um modelo de comercialização via subscrição.

Ainda segundo Weliton, como na China, onde fica a matriz da eBaoTech, já existe um modelo bastante semelhante ao sandbox da Susep, o processo de desenvolvimento é rápido. “Temos a tecnologia capaz de suportar a ideia de qualquer novo produto. Nossas soluções não são verticalizadas, mas horizontais, ou seja, encaixamos as ideias de forma a contemplar todas as etapas do processo. Por isso, conseguimos habilitar qualquer canal de venda”, concluiu.

N.F.
Revista Apólice