10/08/2022

Procura por seguro de Doenças Graves e Funeral é destaque em janeiro

Os produtos são os que mais cresceram em 2022, segundo levantamento do mercado segurador elaborado pela Fenaprevi
efetivo

Os seguros de Doenças Graves e Funeral vêm ganhando destaque ao longo dos últimos meses, em termos de percentual de crescimento, e já iniciam 2022 com alta de 26,3% e 24,7% ou R$ 118,9 milhões e R$ 87,6 mi em prêmios, respectivamente, sugerindo que coberturas desta natureza vêm se tornando parte da preocupação dos brasileiros em estar protegidos para essas eventualidades.

Geralmente, os seguros de Doenças Graves consistem em indenizar os beneficiários sob o diagnóstico de doenças como câncer, Alzheimer e outras degenerativas, desde que previstas na apólice, enquanto as coberturas de Funeral podem cobrir o reembolso dos gastos ou a prestação de serviços relacionados ao falecimento dos segurados, conforme acordado em contrato.

Mercado continua a avançar

Os seguros de pessoas, somados, fecharam janeiro passado com R$ 4,06 bilhões em prêmios, valor 7,2% maior do que o mesmo mês de 2021. O valor pago em sinistros teve queda no primeiro mês do ano, contabilizando R$ 1,09 bi em indenizações.

Ainda de acordo com os dados de janeiro de 2022, o seguro de Vida permanece como a opção mais procurada entre os consumidores, acumulando em prêmios cerca de R$ 817 milhões (Vida Individual) e mais de R$ 1,1 bilhão (Vida em Grupo), variação de 21,2% e 15,4%.

Também mantiveram a tendência de crescimento no intervalo os seguros de Acidentes Pessoais (R$ 541 milhões) e Viagem (R$ 49,8 milhões). As informações são de relatório mensal elaborado pela Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida) com base nos dados divulgados pela Susep (Superintendência de Seguros Privados).

Crescimento observado em 2021

O mercado avançou 12,72%, no que diz respeito à arrecadação em 2021 sobre o ano anterior. Em valores, foram mais de R$ 51,17 bilhões acumulados em prêmios, entre janeiro e dezembro. Quase a metade do volume total foi alcançada pelos seguros de Vida (R$ 23,4 bi), seguido pelo Prestamista (R$ 15,6 bi) e Acidentes Pessoais (R$ 6,8 bi).

N.F.
Revista Apólice