05/07/2022

Metaverso: Como esse fenômeno pode impactar o setor de seguros

Bruno Costa, superintendente de Gestão do Relacionamento da MAG Seguros, comentou sobre as oportunidades e desafios desse novo universo para o mercado segurador
metaverso

A expressão metaverso é utilizada para denominar espaços virtuais coletivos, construídos a partir da combinação da realidade virtual, aumentada e mista. Ou seja, a proposta é espelhar ou replicar o mundo real no ambiente virtual. Essa nova forma de conexão humana possibilitará diversas aplicações práticas em diferentes setores, principalmente no mercado de seguros.

Bruno Costa, superintendente de Gestão do Relacionamento da MAG Seguros, participou do 2º episódio do podcast Mindcraft e comentou sobre as oportunidades e desafios desse novo universo. “Imagine a possibilidade de você treinar um corretor numa plataforma onde ele está imerso, podendo ter uma série de informações em tempo real, além de fazer reuniões com múltiplos corretores no Brasil todo. É possível pegar experiencias diferentes. Eles podem estar sentados ao redor um do outro podendo acessar dashboard, podendo interagir. Acho que isso seria de uma capacidade de interação e imersão fantástica”, opina o executivo.

No ano passado, segundo o Google Analytics, as buscas pela expressão “metaverso” explodiram no mundo todo. De 2020 para 2021, o número de buscas pela palavra aumentou mais de dez vezes. Com isso, muitas pessoas já especulam como será o futuro desse novo universo tecnológico.

Costa acredita que será possível sensibilizar o cliente sobre a questão do seguro de vida. “A gente tem uma penetração muito baixa hoje na nossa sociedade sobre o seguro e a cultura do seguro. Imagina você expandir essa cultura, essa educação financeira, de forma a tornar isso divertido a entreter as pessoas com esse assunto que é o grande ponto de dificuldade que a gente tem”, completa.

Segundo o superintendente, um desafio cada vez maior é entender como esse ambiente vai funcionar, como as pessoas vão interagir e como as empresas irão se portar diante da revolução de uma web 3.0. “Tem muita oportunidade: as empresas precisam começar a entender, a estudar e tentar se posicionar, e principalmente, saber onde estão as possibilidades de negócios para isso. Tem que deixar de lado os conceitos ainda muito tradicionais e começar a olhar para aquilo que é novo”, finaliza Costa.

N.F.
Revista Apólice