14/08/2022

Ezze fatura mais de R$ 30 mi em seguros de pessoas

indenizações

A Ezze Seguros ultrapassou a marca de R$ 30 milhões em faturamento na carteira de seguro de pessoas em 2021. Mesmo com um número expressivo e clientes em várias regiões do país, no segundo trimestre teve um aumento na sinistralidade do seguro vida, sendo 70% dos óbitos causados pela Covid-19, dados que fizeram as pessoas refletirem, não apenas sobre o futuro, mas sobre o presente. Segundo a FenaPrevi (Federeção Nacional de Previdência Privada e Vida) entre abril de 2020 a novembro de 2021 foram pagos mais de R$ 5,7 bilhões em indenizações decorrentes da doença.

As seguradoras estão presentes nos momentos mais inesperados e desafiadores da nossa vida, mas não é preciso um acidente de carro, a perda do emprego, ou a chegada de uma pandemia para entender que ter planejamento financeiro é fundamental para não faltar o suporte e proteção necessários. Apesar da crescente conscientização quanto à necessidade de se pensar no futuro, apenas 19% da população conta com seguro de vida no Brasil, bem abaixo da média mundial de 32%, segundo pesquisa realizada pela Universidade de Oxford, na Inglaterra.

“A importância do seguro de vida vai além da tradicional cobertura de morte e assistência funerária. O contratante pode usufruir da proteção em vida, seja por uma incapacidade temporária, doença grave ou perda de renda por desemprego involuntário. Na companhia, trabalhamos no desenvolvimento e implantação de novos produtos e soluções, sempre com foco na necessidade e tranquilidade dos clientes”, afirma Anderson Conceição, diretor de pessoas da seguradora.

Em 2022, a estratégia de crescimento da carteira de seguro de pessoas da Ezze continua com a expansão da área, implantação de novos produtos e parceria com corretores especialistas. Ainda no primeiro trimestre, a seguradora deve lançar o seguro de vida individual em duas modalidades, na tradicional, quando o pagamento da indenização ao beneficiário acontece em caso de falecimento, e na modalidade resgatável, que permite o resgate de parte do valor pago no seguro ainda em vida.

“Adquirir um seguro é investimento e a percepção de vulnerabilidade tem levado uma parcela cada vez maior de brasileiros a buscar o seguro de vida. O produto teve um crescimento de 17,3% e atingiu R$ 21 bilhões no Brasil, nos primeiros onze meses de 2021, comparado com o mesmo período de 2020, conforme levantamento da FenaPrevi. A empresa tem trabalhado para tornar a cultura do seguro mais popular e acessível, para todas os brasileiros”, concluiu Conceição.

N.F.
Revista Apólice