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O Happy Hour do CCS-SP (Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo), realizado na noite de 3 de dezembro, no Circolo Italiano, foi uma noite marcada pela felicidade do reencontro entre os associados, que não se reuniam desde o início da pandemia. Com a presença de quase cem pessoas, entre associados e convidados das empresas apoiadoras, o evento recebeu o ex-mentor da entidade, Boris Ber, eleito presidente do Sincor-SP, e também foi palco do lançamento da biografia do saudoso Osmar Bertacini, de autoria do jornalista Carlos Alberto Pacheco.

“Atendendo ao clamor dos associados, isolados há um bom tempo e ansiosos para se reencontrarem, decidimos realizar esse encontro, que foi possível graças ao apoio de algumas empresas”, disse o mentor do Clube, Evaldir Barboza de Paula. Ele notou a ausência de alguns associados, mas entendeu a justificativa daqueles que ainda não se sentem seguros para frequentar eventos. “Vamos seguir em frente, porque a vida continua. A noite é de confraternização”, disse.

Atual presidente do Sincor-SP, Boris Ber, se recordou de sua primeira gestão no CCS-SP, em 2004. “Quando eleito, fui tomado por uma emoção muito grande de ver um mundo de pessoas, entre seguradores e corretores, unidos em torno de um objetivo”, disse. Ele afirmou, ainda, que agora, no Sincor-SP, essa emoção se renova, bem como a responsabilidade. “Agradeço ao mercado o apoio recebido e estou ciente de que isso aumenta a nossa responsabilidade, falo em nome de minha diretoria”, disse.

Ber explicou a ausência de Alexandre Camillo, ex-mentor do Clube e atual superintendente da Susep, que, apesar de não ter confirmado presença, sempre foi assíduo frequentador dos eventos da entidade. “Ele me disse que gostaria de estar aqui, mas ainda não pode, pois, sua agenda é composta por compromissos oficiais”, disse, acrescentando que, “agora, não apenas os corretores, mas também as seguradoras, resseguradoras e prestadoras de serviços terão de estar cada vez mais de mãos dadas”.

A diretoria

Os diretores do Clube dos Corretores manifestaram a satisfação do retorno aos eventos presenciais e registraram mensagens aos associados. “Este nosso encontro traz esperança de um futuro melhor, com a volta do convívio da nossa atividade”, disse o diretor tesoureiro Nilson Moraes. “É uma alegria rever os amigos. Isso tudo vai passar e dias melhores virão”, disse o secretário Ednir Fornazzari. “Estamos com as expectativas renovadas para o próximo ano”, disse a diretora Marcia Del Bel.

“Hoje, percebi o tamanho da saudade que estava dos amigos”, afirmou o diretor Gilberto Januário, que expressou o seu desejo de união entre os corretores. Já a diretora Ivone Elise Gonoretske não apenas manifestou o desejo de forte retorno às atividades no próximo ano, como também adiantou que o Clube está programando grandes eventos e, por fim, reconheceu o empenho do mentor. “Agradeço ao Evaldir tudo o que tem feito nesse período difícil”, disse.

Livro sobre Bertacini

Foi lançado na Happy Hour do CCS-SP o livro “… e para quem não me conhece… meu nome é Osmar Bertacini: A trajetória de um ícone do mercado de seguros”, de autoria do jornalista Carlos Alberto Pacheco, com o selo da editora Incremento. A obra narra, em 90 páginas e oito capítulos, a vida pessoal e profissional de Bertacini, desde que deixou a pequena Palestina, no interior de São Paulo, em 1962, para estudar administração na capital paulista, até 2019, quando faleceu.

“Deixo meu voto de gratidão à memória de Bertacini, uma pessoa singular no mercado de seguros, que fez muito pelo seguro de vida”, disse. “É uma obra póstuma que traduz a vida de Osmar Bertacini, incansável, insubstituível e inesquecível”, acrescentou o mentor Barboza.

Na ocasião, também foi entregue aos participantes a publicação sobre os 48 anos do CCS-SP. Por fim, o mentor agradeceu às empresas apoiadoras do evento: Bradesco Seguros, Carglass, HDI Seguros, Porto Seguro, SAT Company, Seguros SURA, Sindseg-SP, Sompo, Suhai Seguradora, SulAmérica e Tokio Marine.

N.F.
Revista Apólice

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