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A função da pinça, possibilitada pela oposição do polegar, é um movimento essencial para a realização de diversas atividades. Por este motivo, a partir de novembro, a perda da função da pinça passa a fazer parte do hall de condições da Prudential do Brasil que dão acesso à 100% do capital segurado contratado: até R$ 3 milhões para a cobertura opcional de invalidez permanente e parcial por acidente. Além disso, o cliente também fica isento de pagar o prêmio (mensal ou anual) de seu seguro de vida, seja ele vitalício ou temporário.

“A inclusão da perda da função de pinça na cobertura vem para atender principalmente a demanda de profissionais que atuam com movimentos de alta precisão na sua atividade profissional, como médicos, dentistas, atletas e artistas, mas estará disponível a todos os atuais e novos clientes, independente da sua profissão.” explica Dennys Rosini, diretor de Produtos da seguradora.

Para exemplificar, podemos considerar um cliente que possua uma apólice de seguro de vida inteira, com cobertura opcional de invalidez permanente e parcial por acidente no valor de R$ 1,5 milhão. Caso esse cliente sofra um acidente de trânsito e tenha a perda definitiva do movimento de oposição do polegar, ele receberá 100% do capital segurado contratado para esta cobertura, ou seja, R$ 1,5 milhão, desde que o pagamento do benefício seja devido de acordo com os critérios expostos nas condições gerais do produto. Este cliente ainda terá sua apólice vitalícia quitada, ficando isento de pagar as parcelas e mantendo todos os benefícios contratados ativos.

Tanto os clientes Prudential quanto aqueles que vierem a contratar um seguro de vida a partir de agora, não terão custos adicionais pela inclusão deste benefício nas coberturas do seguro. Importante destacar que esse benefício é válido para sinistros causados por acidentes que venham a ocorrer a partir de 01/11/2021. “Mais uma vez, a seguradora inova na proteção oferecida aos seus clientes, garantindo maior segurança financeira para todos aqueles que exercem trabalhos manuais complexos”, afirma Rosini.

N.F.
Revista Apólice

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