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Ainda que seja uma gigante, com complexas operações em mais de 200 países, já que é uma seguradora multiproduto e multisserviço, a Zurich mostra-se simples no trato diário com seus parceiros de negócios, independentemente de se enquadrarem na categoria PME ou na de grande empresa.

Para tal, a seguradora vem trabalhando nesses últimos anos na moderna plataforma Zews, que possibilita que esses parceiros, seja um pequeno estabelecimento comercial que só atue presencialmente, seja uma rede de lojas com inúmeros pontos vendas e que também conte com e-commerce, ou mesmo um grande banco ou fintech, consigam acessar o sistema da seguradora e operacionalizem as vendas e pós-vendas de diferentes tipos de seguros com segurança, sem que, para tal, precisem realizar altos investimentos: basta terem um único computador ou dispositivo eletrônico (tablet ou celular) com acesso à internet.

A premissa vale tanto para companhias que atuem no modelo de venda direta para clientes pessoa física (B2C) como para pessoas jurídicas (B2B).

“Por meio da plataforma Zews, um varejista de qualquer cidade do Brasil que tenha apenas uma loja física poderá comercializar um seguro de perda e roubo ou de garantia estendida para aparelhos celulares ou eletrodomésticos, por exemplo. Caso seja uma rede que, além de PDVs, opere com e-commerce, também poderá fazê-lo. O mesmo vale se essa empresa for um banco ou uma rede de eletrodomésticos que queira oferecer um seguro-desemprego, prestamista ou de perda de cartão, ou até mesmo uma fintech que ofereça a seus clientes um seguro de vida”, explica o diretor comercial de Parcerias da companhia, Sidemar Spricigo.

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O executivo complementa: “Nenhuma dessas companhias precisa ter um departamento de TI para lidar com o dia a dia das operações com a Zurich, pois o Zews atua de forma amigável com a estrutura tecnológica que elas tiverem. Ao se tornarem parceiros da seguradora, a plataforma concede acesso a serviços financeiros, como gestão de contas a receber e a pagar, inclusive dos meios eletrônicos de pagamento, além de relatórios gerenciais, sem qualquer burocracia, com simplicidade e total segurança no tráfego de informações”.

De acordo com Spricigo, além de a plataforma dar acesso a companhias de qualquer porte, permite que gerem receita extra, independentemente de suas áreas primárias de atuação, aumentando o mix de produtos e serviços, já que, assim, passam a oferecer seguros variados.

Inicialmente, o Zews foi concebido para atender aos microsseguros ou seguros massificados. Teve início em 2012, época em que a Zurich ainda não oferecia os seguros de Afinidades, categoria em quem se enquadram as proteções comercializadas via parceiros, como bancos (Bancassurance, como é denominado no mercado segurador) e instituições de varejo, na qual hoje é uma das líderes de mercado. Atualmente, a plataforma integra 23 milhões de segurados de todo o país.

O superintendente de TI da companhia, Fábio Petená, comenta: “É graças a plataforma Zews que a seguradora consegue estabelecer as parcerias, do ponto de vista operacional, sejam no modelo B2B, seja no B2C. Ou seja, dos grandes estabelecimentos bancários ou rede de lojas, que vendem 10 milhões de apólices por mês, aos pequenos comércios, que comercializam 10 mil. Mas mais que isso: possibilita o entendimento do ciclo de vida desses clientes dentro da empresa, através de uma jornada 100% digital”.

O executivo também explica que, além de contar com vários módulos integrados e com rico catalogo de APIs (que é um conjunto de interfaces que possibilitam um canal de integração padronizado junto aos parceiros para se comunicar com aplicativo ou plataforma na internet), o Zews também contempla CRM (Sistema de Relacionamento com o Cliente, na sigla em inglês), modulo especialista de seguros e serviços para atendimento de clientes, com recursos de multicanalidade que permitem jornadas digitais em portal, chatbot e outros canais.

No último ano, a Zurich também mudou o modelo de trabalho da plataforma Zews para utilizar metodologias ágeis, como forma de acelerar entregas que geram valor para clientes e parceiros. Segundo Petená, isso vem agilizando processos e a implantação de novos negócios, criando uma cultura ágil que favorece todos os ecossistemas da empresa.

“Há seguradoras que são monoproduto e mesmo assim não conseguem atender seguros massivos com a amplitude que conseguimos. Graças a um sistema muito integrado, temos o controle de toda operação de seguros e contamos com robôs que aplicam regras e algoritmos com Inteligência Artificial. Dessa forma, conseguimos oferecer um serviço com um nível de eficiência altíssimo para fazer análise dos diferentes tipos de sinistro. A tecnologia, por exemplo, possibilita que 70% dos sinistros sejam automaticamente aprovados”, conclui.

N.F.
Revista Apólice

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