seguro

A cada semana, novos destinos internacionais reabrem suas fronteiras aos turistas brasileiros. Contudo, não basta garantir sua passagem aérea e embarcar, é preciso ficar atento às exigências de cada um para evitar surpresas desagradáveis na hora de viajar. O seguro viagem, por exemplo, vem ganhando protagonismo desde que a pandemia teve início e agora é item obrigatório em muitos países.

“O viajante brasileiro deve se informar sobre todas as exigências antes de adquirir o pacote ou passagem aérea. O que temos visto é que os países não estão seguindo um determinado padrão, mas adotando medidas diferentes. Isso tem acontecido mesmo na União Europeia”, alerta o diretor geral do Affinity Seguro Viagem, José Carlos Menezes.

Confira abaixo exemplos de destinos nos quais o seguro é exigido:

Anguilla: Visitantes totalmente imunizados com doses das vacinas AstraZeneca, Pfizer, Janssen ou Moderna podem entrar na ilha sem a necessidade de fazer quarentena. A medida, no entanto, não dispensa a realização de um teste RT-PCR, sem custo adicional, assim que o turista desembarca por lá. Além disso, é necessário apresentar outro teste RT-PCR negativo realizado de 3 a 5 dias antes da chegada, mesmo no caso de estar totalmente vacinado. O seguro viagem com cobertura para Covid-19 é obrigatório.

Espanha: Os turistas brasileiros vacinados já podem entrar em território espanhol. Para tal, terão que apresentar um comprovante de vacinação no idioma espanhol com algum dos imunizantes aprovados na União Europeia ou pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Isso inclui as vacinas da Pfizer, Moderna, AstraZeneca, Janssen, Sinopharm e a CoronaVac. Além disso, é preciso ainda preencher um formulário de controle de saúde. Depois de preencher as informações, o viajante vai gerar um QR Code que deve ser apresentado no momento de embarque e também na chegada à Espanha. Vale lembrar que a viagem só pode ser realizada 14 dias após a última dose da vacina. O destino exige seguro viagem internacional com assistência equivalente a 30 mil euros.

Turks & Caicos: Antes de embarcar o passageiro precisa obter autorização prévia de viagem (até 24h) e apresentar um teste RT-PCR ou NAAT com resultado negativo realizado até 5 dias antes da chegada (não se aplica a passageiros com menos de 10 anos). O seguro viagem com cobertura para a Covid-19 é obrigatório.

Telegram para post

Alemanha: Pessoas com vacinação completa contra o novo coronavírus, e que foram imunizadas com uma das vacinas listadas no site do Instituto Paul Ehrlich, podem novamente viajar para o país. São aceitas as vacinas da Pfizer, Moderna, AstraZeneca e Janssen. Quem for viajar para a Alemanha deve respeitar o prazo de 14 dias pós-vacinação ou da dose única. É preciso também realizar um registro digital de entrada e apresentar o comprovante de imunização, que pode ser exigido pela Polícia Federal alemã ou pela autoridade competente no momento do controle alfandegário. O destino exige seguro viagem internacional com assistência equivalente a 30 mil euros.

Curaçao: Se você optar por Curaçao terá que preencher os formulários “Digital Immigration Card” e “Public Health Locator Card” até 48h antes do embarque. O destino também exige a contratação do assistência saúde com cobertura para Covid-19. Para completar é necessário apresentar teste RT-PCR negativo realizado até 72h antes do primeiro embarque da jornada ou teste de antígenos realizado 24h antes do último voo direto para o Curaçao. Somente menores de 7 anos estão isentos.

França: O destino passou a autorizar a entrada de viajantes de todas as nacionalidades, incluindo o Brasil, desde que estejam 100% vacinados contra o novo coronavírus. No entanto, para entrar no país o turista precisa estar completamente imunizado com as vacinas aprovadas pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA). Entre elas estão três das quatro vacinas aplicadas no Brasil atualmente: Pfizer, AstraZeneca e Janssen. As regras estabelecidas exigem que o viajante espere 7 dias após a segunda dose da Pfizer e AstraZeneca ou, no caso da dose única da Janssen, 28 dias. O comunicado emitido pelo governo francês ressalta a eficácia das vacinas contra Covid-19, especialmente sobre a variante Delta. O destino exige seguro viagem internacional com assistência equivalente a 30 mil euros.

República Tcheca:  O país voltou a permitir a entrada de cidadãos oriundos do Brasil que tenham sido imunizados com uma das quatro vacinas reconhecidas pela European Medicine Agency (EMA): Pfizer, AstraZeneca, Moderna ou Janssen. Por enquanto, a CoronaVac não é aceita. Não é necessário cumprir quarentena, tampouco apresentar exame PCR negativo para entrar na República Tcheca. Contudo, só são permitidos visitantes com a imunização completa há pelo menos 14 dias desde a última aplicação ou dose única (Janssen). O Certificado de Vacinação deve estar em inglês. É exigido ainda o preenchimento do “Formulário de chegada” online com emissão de um QR code. E, por fim, a contratação de um seguro viagem com cobertura para o tratamento da Covid-19.

N.F.
Revista Apólice

Deixe uma resposta