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EXCLUSIVO – O dilema do atendimento consultivo frente aos novos desafios impostas pela transformação digital está com seus dias contatos. Insurtechs e healthtechs cuidam da distribuição de seguros guiados por corretores de seguro e plano de saúde. No caso da venda de produtos de saúde, seja individual ou em grupo, ela é a ainda mais valorizada e importante.

A comercialização deve ser vista pela ótica da tecnologia, aliando os produtos oferecidos pelo mercado com as necessidades de cada cliente. “Nosso foco são as empresas de médio porte, de 100 a 2000 vidas, que precisam saber como o seu usuário está se comportando e como o seu plano pode ser melhorado”, explica Raira Freitas, head de inteligência e parceria em saúde da Pipo Saúde, que atua há 2 anos e possui uma carteira com 15 mil clientes.

A healtech é uma corretora de planos de saúde, com um viés baseado em tecnologia. A empresa trabalha com dados fornecidos pela empresa cliente e também com aqueles captados de seus beneficiários, através do aplicativo que oferece um serviço de concierge para todos os usuários. “Desta forma é possível entender a usabilidade do produto”, garante Raira.

A executiva explica que há dois momentos cruciais para o contato: o primeiro, é no momento da venda, quando a empresa cliente transmite os dados de seus colaboradores e dependentes, e é preciso encontrar o produto ideal para que ela tenha um produto de saída, regra de contribuição que vai aderir, se quer ter mais uma opção de plano dentro da empresa. “O grande ponto é fazer as perguntas certas para o perfil específico de cliente, criando base histórico com dados como em que mercado a empresa que está inserida, por exemplo, relacionando com nossos dados históricos e produtos disponíveis, fazendo a venda consultiva”, conta Raira.

Depois, é possível avaliar se a venda feita está de acordo com a necessidade do cliente e como está a utilização pelo usuário. Raira ratifica: “No momento da renovação anual vamos reavaliar e entender o uso dos beneficiários para fazer uma revalidação do produto ou buscar algo mais de acordo com a dor do cliente”.

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Plano de saúde por adesão ou compulsório?

É fato que o plano de saúde é um dos benefícios trabalhistas mais importantes oferecidos pelas empresas, podendo ser decisivo na escolha do funcionário por seu local de trabalho. Existem diferentes modalidades sendo ofertadas no mercado e, geralmente cabe ao departamento de Recursos Humanos das empresas analisar e optar pelo serviço que mais se enquadra nas necessidades da companhia e de seus colaboradores. Dois dos planos de saúde mais conhecidos são o compulsório e o de livre adesão.

A modalidade compulsória obriga que todos os funcionários da empresa titular, independentemente do cargo ou estilo de contrato, sejam incluídos no benefício. Esse plano costuma ter menos custos para a companhia, uma vez que todos os seus colaboradores estão contemplados na mesma categoria. O modelo compulsório ainda evita que funcionários decidam aderir ao plano apenas por uma necessidade pontual, como uma cirurgia.

Já no plano de saúde de livre adesão, os colaboradores são livres para participarem ou não do benefício, sendo que, caso optem por aderir, esses funcionários podem arcar com uma parcela ou com a totalidade das mensalidades. Além disso, a empresa pode escolher diferentes categorias para cada colaborador, e por conta disso, o plano de livre adesão tem um custo maior.

Kelly Lubiato
Revista Apólice

1 COMENTÁRIO

  1. Arcar com uma parte da parcela é um decisão do gestor de riscos da empresa, RH ou Finanças, tanto no Adesão ou no Compulsório. Contribuir com parte do prêmio – mensalidade – pode ser um fator crucial para que o funcionário e seus beneficiários, possam optar pela inclusão na conta de demitidos e aposentados, cinte de arcará com 100% dos custos e a empresa absorverá o sinistro das utilizações!

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