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O CCS-SP (Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo) recebeu na sua live, realizada no dia 6 de julho, Marcos Machini, vice-presidente Comercial da Liberty, e Francisco Alvarez, diretor Comercial da companhia, para apresentarem as ações da empresa focadas no crescimento das vendas, eficiência e conhecimento dos corretores. O evento, transmitido ao vivo pela internet, foi apresentado pelo mentor da entidade, Evaldir Barboza de Paula, e pelo diretor secretário Ednir Fornazzari.

Questionado por Fornazzari sobre como a seguradora está se relacionando com o corretor na pandemia, Machini relatou que a seguradora tem experiência no atendimento remoto. Há cerca de oito anos, segundo ele, a Liberty criou um núcleo de negócios para atender de forma remota os corretores que não tinham escritório. Naquela época, o vice-presidente conta que identificou por meio de pesquisa que para os corretores uma seguradora parceira era aquela que oferecia soluções. Por isso, quando a pandemia chegou, a empresa já estava preparada para o atendimento à distância, agora com mais estrutura. “Nesse um ano e meio, aprendemos a ser mais produtivos”, disse.

O mentor Evaldir Barboza de Paula observou que, atualmente, os corretores estão mais digitais. Mas, ele quis saber se a seguradora poderia comprovar essa percepção. Machini confirmou e citou o exemplo da ferramenta de vistoria prévia digital, que antes da pandemia respondia por 15% do serviço e hoje já atinge 88%. “Os corretores se adaptaram ao digital e pouco a pouco vão conhecendo as ferramentas de cada companhia”, disse. O mentor do CCS-SP concordou e recomendou: “Pessoal, pesquise. Às vezes, perdemos oportunidades que estão na palma da mão”.

Alvarez falou sobre as inovações em produtos na companhia, acrescentando que antes de serem lançados todas passam pelo crivo do Conselho de Corretores. O grupo foi criado há cerca de sete anos e, hoje, segundo ele, é composto por 120 profissionais de várias partes do país. A Aliro Seguro, por exemplo, marca da seguradora com foco em clientes que buscam seguros mais simplificados e acessíveis, foi criada, em 2017, por meio de trabalho colaborativo entre a companhia e seus corretores. “O Conselho nada mais é do que uma cocriação, em que fazemos as coisas juntos”, disse.

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Alvarez relatou que a Liberty desenvolveu várias estratégias para auxiliar os corretores nas vendas. Uma delas, a de marketing, serve para o corretor construir peças de divulgação com a sua logomarca. Mais recentemente, a seguradora lançou a plataforma Meu Momento de Vida, para a venda de seguro de vida e já se prepara para estrear o Meu Espaço Corretor. Em sintonia com as mudanças do mercado, um dos focos da empresa, segundo ele, é desenvolver produtos inovadores e mais ajustados aos indivíduos, como o Auto Controle, seguro baseado no uso.

Evaldir B. de Paula reconheceu o potencial do seguro automóvel, que cobre apenas 30% da frota nacional, mas lembrou que os 70% restantes sem seguro merecem a atenção das seguradoras. “Não existe risco ruim, mas mal precificado”, disse. Segundo Machini, várias ações podem ser feitas para desenvolver o seguro auto, residencial, vida e outros, mas o esforço precisa ser conjunto. “O corretor é quem sabe vender e tem a confiança do cliente, mas não tem capacidade de investimento. Por isso, a seguradora oferece tecnologia e marketing, desenvolvendo ferramentas para o corretor vender e crescer. Daí porque o Cresça com a Liberty”, disse. Segundo ele, o programa também oferece treinamento em mídia social para identificar a propensão de compra.

Para o mentor do CCS-SP, o papel de ofertar o seguro é do corretor. Nesse sentido, ele elogiou a postura da companhia. “Admiro a franqueza de reconhecer que a seguradora não vende, quem vende é o corretor”, disse. O secretário Fornazzari observou que os corretores estão conseguindo trabalhar em casa porque as seguradoras fornecem ferramentas. “Quero, inclusive, cumprimentar a Liberty, pois está trabalhando bem”, disse. Alvarez agradeceu. “Obrigado pelo reconhecimento. Isso mostra que os nossos esforços têm sido efetivos”, disse.

N.F.
Revista Apólice

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