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As ocorrências de roubo e furto envolvendo caminhões e carretas cresceram 18% no primeiro trimestre de 2021, na comparação com os últimos três meses do ano passado. A média mensal de eventos entre janeiro, fevereiro e março deste ano foi 25,5% maior do que a média mensal de 2020. Os dados são do Grupo Tracker.

“Levando em consideração que ainda estamos no meio da pandemia, são números muito alarmantes”, afirma Rodrigo Abbud, diretor comercial da empresa. O executivo explica que no ano passado houve uma queda de eventos nos meses mais críticos de quarentena, mas agora os índices já superam a pré-pandemia. “Na comparação entre o primeiro e o segundo trimestre de 2020, a queda foi de 11%. Do segundo para o terceiro queda de 6%. Mas no último trimestre do ano já houve uma alta de 4%, acompanhando a retomada das atividades no país. No primeiro trimestre de 2021 houve um salto. Se compararmos o primeiro trimestre de 2020, quando ainda não havia a crise sanitária, com os três primeiros meses deste ano, a alta foi de 2%”, analisa.

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Para minimizar os riscos deste tipo de crime, a companhia disponibiliza tecnologias para monitoramento e rastreamento, com equipamentos que utilizam LBS, GPS, GPRS e/ou radiofrequência. Além disso, possui o Sistema Inteligente de Detecção de Jammer, responsável por metade das recuperações de veículos pesados da empresa. “Nossa radiofrequência reporta um sinal à nossa Central de Operações assim que o ‘capetinha’ é colocado no veículo. Desta forma, conseguimos nos antecipar aos avisos dos clientes e ter mais efetividade nas recuperações”, explica o coordenador do Comando de Operações do Grupo, Vitor Correa.

A empresa investe constantemente também em infraestrutura. Grande parte dos equipamentos Tracker instalados em caminhões atua como rede móvel, ampliando ainda mais a capilaridade de antenas de escuta por todo canto do país. “O Grupo Tracker possui a maior rede privada de antenas de radiofrequência da América Latina. Em 20 anos de atividade no Brasil, já realizamos mais de 53 mil recuperações, evitando um prejuízo de cerca de R$ 4,7 bilhões”, diz Abbud.

N.F.
Revista Apólice

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