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Quando o assunto é seguro de Vida, é normal que as pessoas tenham dúvidas sobre termos contratuais, vigência ou as diversas coberturas e assistências que o produto pode oferecer. Para conscientizar o consumidor sobre a importância dessa proteção para o futuro, Bernardo Castello, diretor da Bradesco Vida e Previdência, selecionou sete “mitos” relacionados ao produto, com o intuito de esclarecer eventuais conceitos equivocados.

“É urgente desmistificar o seguro de vida para que o investimento faça parte do planejamento das famílias brasileiras em grande escala, como é a realidade em outros países. O seguro é um produto para a proteção do seu patrimônio, da sua família e da sua tranquilidade.”, afirma o executivo.

1 – A indenização do seguro é tributada no Imposto de Renda: Os valores recebidos por quem contrata uma apólice ou pelos beneficiários do segurado são considerados não tributáveis, ou seja, estão isentos de recolhimento do Imposto de Renda. O segurado ou os beneficiários recebem o valor integral do plano contratado.

2 – Seguro de Vida só é proteção para quem tem herdeiros: “Não necessariamente. Se você não tem herdeiros legais, pode destinar o valor da indenização a outros familiares, amigos ou até para instituições. Lembrando que o produto conta com coberturas e assistências que podem ser utilizadas em vida”, explica Castello.

3 – Perco tudo se cancelar o contrato: Você pode cancelar ou modificar a sua apólice e resgatar parte do valor investido no seguro. Há produtos que garantem ao segurado o resgate de um percentual acumulado durante a vigência da apólice. Por isso, sempre consulte a possibilidade do resgate ao contratar um plano.

4 – Só serve para casos de morte: As coberturas mais básicas do seguro de vida geralmente estão ligadas a morte, invalidez ou funeral. Contudo, o produto oferece um leque extenso de coberturas e assistências que podem ser utilizadas em vida, como em casos de doenças graves, desemprego involuntário, ausência por incapacidade temporária ou definitiva, em que a pessoa é impedida de executar suas tarefas profissionais, e até mesmo para arcar com custos de despesas médico-hospitalares e odontológicas.

5 – Seguro de Vida é caro: Há uma variedade de proteções desenvolvidas para atender a diversos perfis de clientes, de acordo com renda, idade, coberturas do plano e outros fatores. Para isso, existe uma série de planos adaptados às necessidades dos contratantes. “É válido ressaltar que o seguro sempre vai ser uma proteção acessível a todos, por exemplo, a partir de R$ 7,30 reais por mês já é possível adquirir uma cobertura ou assistência em vida”, diz Castello.

6 – Sou jovem e não tenho para quem deixar os benefícios de um seguro: Atualmente, os planos oferecem coberturas para casos de invalidez, tratamentos de saúde, perda do emprego, entre outras. É importante avaliar os contratos com a assessoria do corretor de seguros, pois assim você pode adquirir o plano adequado ao seu momento de vida ou agir de maneira previdente quanto aos imprevistos no futuro. Inclusive, o seguro de vida deve ser visto como um excelente recurso para garantir a própria estabilidade financeira.

7 – Quem tem seguro de vida em grupo não precisa se preocupar em contratar um plano individual: O seguro de vida em grupo é um excelente benefício para colaboradores. Porém, em caso de processo de demissão, em geral a pessoa deixa de ter a cobertura do seguro. Por vezes a cobertura também pode ser insuficiente frente à necessidade. “É válido ter um seguro de vida individual adequado ao seu perfil, mesmo contando com um coletivo,que nem sempre atende totalmente às suas necessidades.”, ressalta o executivo.

N.F.
Revista Apólice

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