EXCLUSIVO – Para atender a uma carteira que vem se formando desde 2003, quando abriu seu primeiro empreendimento, Ricardo Terpins decidiu seguir carreira solo e abriu a BLTT Seguros, uma empresa voltada para o público AAA. “Atendemos a todos os clientes, de qualquer porte, e também a empresas de grande e médio porte”, conta o executivo.

Para garantir a proximidade com o cliente e uma jornada especial, Terpins explica que montou uma estrutura de atendimento customizado, adequado a cada cliente e a cada produto.

Ricardo Terpins, BLTT Seguros
Ricardo Terpins

A BLTT, além de atender às demandas de seguros patrimoniais, está sendo preparada para comercializar também benefícios, com o mesmo padrão de atendimento mais próximo ao consumidor corporativo.

Funcionando desde agosto de 2020, nascida em pleno período de pandemia, a BLTT Seguros está montando um CRM para atender de forma peculiar o cliente AAA. “Temos que realizar ações de marketing muito cuidadosas para atender a este público. Investir em eventos, por exemplo, é uma forma de aproximação e de relacionamento durante toda a vigência da apólice”, ensina. Entenda-se aqui eventos não presenciais, mas que possam atrair o público para os meios online.

“É preciso captar o máximo de informações para começar a ter uma comunicação direta com os clientes potenciais e agregar mais valor ao seguro. Manter o relacionamento”, avalia Terpins, acrescentando que os clientes que não se baseiam apenas no preço buscam um diferencial no produto que adquirem.

Cliente corporativo

Muitas vezes, o cliente pessoa física abre as portas da sua empresa para a entrada de produtos corporativos (assim como o contrário também é verdadeiro). O corretor de seguros deve estar muito atento a este movimento.

“Tratar bem, conseguir boas condições contratuais e fazer um atendimento de sinistro rápido e eficiente é a receita para manter o cliente corporativo. Em muitos casos, tem uma congruência entre os clientes corporativos e individuais”, ressalta Terpins.

Outra preocupação da BLTT é com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). A empresas nasceu junto com a lei e está protegida com uma apólice de seguros. “Todos precisam entender e conhecer os riscos cibernéticos. Nós trabalhamos com informações de todo mundo e há riscos que ainda nem imaginamos”, completa Terpins.

Em tempos de reuniões apenas digitais, é difícil fazer a prospecção de clientes online. Porém, para a regulação de sinistros ela já é uma realidade. “Vamos investir no ambiente digital e, para crescer, estou conversando com as seguradoras do mercado para desenhar produtos que façam sentido para os nossos clientes. A ideia é fazer uma corretora grande”, completa Terpins.

Kelly Lubiato
Revista Apólice

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