Fabio Daher, Mediservice
Fabio Daher, diretor da Mediservice

EXCLUSIVO – Em um momento tão agitado para o setor brasileiro de saúde, pública e privada, a operadora Mediservice, que faz parte do Grupo Bradesco desde 2008, concluiu o reposicionamento da sua marca, com a troca da comunicação visual e intensificou a consultoria em gestão de saúde para a sua carteira atual, expandiu sua oferta de planos de saúde corporativos, e se consolidou como rede credenciada compartilhada para empresas de autogestão e operadoras.

De acordo com Fabio Daher, diretor da operadora, esclarece que a cor verde do logotipo representa a tecnologia e o azul marinho mostra a tradição e solidez da companhia. “Baseamos em três pilares este reposicionamento: o primeiro é o de sermos uma operadora de saúde de pós-pagamento; o segundo é o de compartilhamento da rede credenciada com empresas de autogestão e operadoras de saúde e o terceiro de fornecimento de tecnologia para parceiros”.

O pilar da tecnologia propõe uma nova experiência para o beneficiário, com reembolso 100% digital, telemedicina, acompanhamento digital de liberação de senha entre outras ações. Para o contratante, há um workflow que permite ao médico do trabalho gestor fazer uma interação com a equipe da operadora para fazer a análise e acompanhamento completo do tratamento do beneficiário.

Em um ano cercado de incertezas, a empresa ainda espera ter crescimento em 2021, mesmo com a crise sanitária e ainda a sócio-econômica, porque ofertaremos não só benefícios para os clientes, mas também o compartilhamento da rede, em um momento tão crucial para a sociedade.

Atualmente, a Mediservice conta com mais de 31 mil prestadores de serviços, presentes em 1.036 municípios, entre clínicas, prontos-socorros, serviços de diagnósticos e hospitais. Diante da ampla rede credenciada, o compartilhamento de rede é uma forma de garantir atendimento mais abrangente e completo ao cliente, além de reduzir os custos operacionais para empresas. O modelo permite o acesso a uma rede qualificada e tabelas negociadas, além de contemplar a regulação do evento assistencial, desde a autorização prévia ao pagamento final.

“Ainda não percebemos o aumento da demanda por conta do período de pandemia, até porque ainda não fomos a mercado ofertar a solução”, esclarece Daher. Entretanto, o mapeamento identifica a demanda existente. No início da pandemia, há cerca de um ano, tivemos vários cenários de adversidade, mas nenhum deles se concretizou em sua plenitude. “Tivemos alguns casos pontuais, em algumas regiões de país, mas a capacidade de atendimento tem sido mantida, com adaptações do modelo, como o direcionamento de leitos eletivos para Covid, com lockdown reduzindo a frequência para que a rede possa se adaptar à quantidade necessária.

“Acreditamos que o sistema de saúde é muito maior do que a capacidade de uma única empresa fazer a entrega de uma solução completa. Por isso acreditamos no compartilhamento de rede credenciada, como facilitador de programas de gestão para todo o sistema”, completa Daher.

Kelly Lubiato
Revista Apólice

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