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Durante os meses de janeiro e fevereiro muitas pessoas se programam para viajar e passar uma temporada em suas casas de veraneio. É neste período, inclusive, que a procura pelo seguro residencial para imóveis na praia ou no campo registra aumento, porém ainda é comum existirem dúvidas sobre a contratação desta proteção.

É fato que essas casas, que são mais utilizadas durante as temporadas de verão ou inverno, acabam ficando mais suscetíveis a problemas e imprevistos por estarem desocupadas durante a maior parte do ano. Por mais que se tenha um caseiro, algumas situações podem fugir do controle e trazer muita dor de cabeça.

“Assim como no seguro residencial para imóveis habituais, a proteção para casas de praia ou campo resguarda o contratante de possíveis prejuízos decorrentes de roubos ou furtos, incêndio, explosão e fumaça, além das coberturas adicionais que podem ser incorporadas à apólice”, explica Carlos Wendell, diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindseg N/NE).

A depender do pacote contratado, o seguro pode garantir ainda assistência 24h, serviços hidráulicos, elétricos e indenizações. “É preciso ficar atento e contratar uma proteção que atenda às necessidades do imóvel. O corretor de seguros é a pessoa mais indicada para fazer esta indicação. Ele vai avaliar as características da residência, como seu tipo de construção e tempo de uso, além da região onde está localizada para garantir que a cobertura seja adequada à realidade do cliente”, completa Wendell.

São essas características, também, que vão determinar o preço do seguro. Porém, ao contrário do que muitos possam pensar, o custo é acessível. Existem apólices que chegam a custar, em média, apenas 0,1% do valor do imóvel. “Ou seja, você investe pouco e garante uma proteção extra para sua família e seu patrimônio”, finaliza.

N.F.
Revista Apólice

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