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Um dos setores mais afetados pela pandemia, o turismo, já mostra sinais de aquecimento, principalmente para destinos nacionais. Dados de setembro da Confederação Nacional do Comércio (CNC) registraram o quinto mês seguido de recuperação no segmento turístico, com acumulado de R$ 12,8 bilhões. Porém, apesar da tendência de crescimento, muitos brasileiros ainda viajam pelo país sem nenhuma proteção.

O Seguro Viagem já é um velho conhecido de quem faz viagens internacionais, principalmente por causa da exigência de alguns países, principalmente os europeus.

No entanto, para viagens domésticas, ele geralmente é deixado em segundo plano. Isso porque muitos ainda acreditam que, por terem um plano de saúde, não precisam de um Seguro Viagem. Em contrapartida, dos 47 milhões de usuários de planos de saúde no Brasil, menos de 20% têm cobertura nacional, o que limita os tipos de atendimento disponíveis fora do estado de origem do beneficiário.

Além disso, o Seguro Viagem não só cuida da saúde do turista, mas também de seu bolso. “Contratar um seguro para viagens dentro do Brasil é importante para evitar gastos extras com outros imprevistos, como perda ou extravio de malas, que acontecem com frequência; e traslados em caso de acidente ou falecimento”, explica Fernanda Pasquarelli, representante do Sindicato das Seguradoras do Norte e Nordeste (Sindseg N/NE).

O produto cobre qualquer situação emergencial em saúde, decorrente ou não de doenças preexistentes, e também conta com assistência odontológica. O segurado pode até contratar coberturas adicionais para práticas esportivas, nos casos do turismo de aventura, e assessoria jurídica. “Além da cobertura para despesas médicas, hospitalares e odontológicas, quando o cliente não pode embarcar para seu destino devido à internação hospitalar por doença, acidente ou falecimento de um familiar próximo, o seguro reembolsa as despesas já pagas”, completa Fernanda.

Se engana quem pensa que toda essa proteção tem um valor inacessível. O custo de um Seguro Viagem equivale a menos de 3% dos gastos totais em uma viagem. No caso de destinos nacionais, o valor é ainda mais baixo. “Garantir a proteção é fundamental para que o turista aproveite, ao máximo e com tranquilidade, as viagens que ele planeja. Por isso, antes de embarcar ou pegar a estrada, recomendamos que procure um corretor de seguros de confiança, que indicará qual plano é mais indicado para o seu perfil e para a viagem que ele realizará”, finaliza.

N.F.
Revista Apólice

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