O site Correio Braziliense informou, em matéria publicada dia 18 de novembro, que o Instituto de Defesa do Consumidor (PROCON) puniu prestadora de saúde Amil em R$ 10 milhões por aplicar aumento por mudança de faixa etária em valores superiores aos índices de sinistralidade de 2020 em comparação com 2019 dos contratos coletivos permitido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

De acordo com o site, a Amil foi punida ainda porque teria se recusado a informar sobre planos coletivos empresariais, procedimento necessário para entender o reajuste anual aplicado nesses contratos. Reclamações de consumidores e análise de contratos apresentados apontam ainda para outras irregularidades cometidas pela operadora.

Segundo nota dada pelo Procon-SP, a multa de R$ 10.255.569,90 foi estimada com base no porte econômico da empresa, na gravidade da infração e na vantagem obtida, conforme prevê o Código de Defesa do Consumidor.

O Correio também informou na matéria que a Amil analisará o teor do auto enviado pelo Procon e apresentará a sua defesa no prazo legal estabelecido.

* Fonte: CQCS

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