A crise epidemiológica do novo coronavírus desencadeou uma dificuldade de mobilidade em todo o mundo. Diante de um momento tão desafiador, empresas precisaram adaptar suas dinâmicas de trabalho às medidas de isolamento social. Mas, afinal, é possível dar continuidade aos negócios de forma segura no trabalho remoto?

Nos últimos meses, o protagonismo do home office traz luz à importância da proteção ao patrimônio. Com isso, o mercado segurador se prepara para mudanças tanto na forma de comercialização como também de produtos que atendam às novidades em riscos trazidas por funcionários trabalhando a distância. “No mercado, produtos como o Residencial Sob Medida, da Bradesco Auto/RE, ganham destaque, pois são moldados para coberturas de atividades comerciais na residência, seguros para equipamentos mais sofisticados instalados nas casas e seguro empresarial, com contratos exclusivos para microempreendedores (MEI). Além de extensão das proteções para máquinas, móveis, utensílios e mercadorias, desastres naturais entre outros”, afirma o diretor da seguradora, SaintCalir Lima.

Mas não basta apenas oferecer proteção. O isolamento social também trouxe o desafio de manter o atendimento de de forma ágil e eficaz no dia a dia com o cliente. Empresas tiveram que adequar seus produtos, aprimorar operações, digitalizar serviços e criar canais e recursos que atendessem à nova rotina do consumidor. “Investimos em tecnologia e pesquisa com objetivo de aprimorar a experiência dos consumidores com os produtos. Nos últimos meses, foram criados novos canais de atendimento, serviços e assistências emergenciais e, ainda, reestruturação de processos já existentes”, diz o executivo.

O seguro residencial é uma opção para lidar melhor com imprevistos e proteger contra acidentes e danos causados, não somente à estrutura física do imóvel, mas também ao seu conteúdo. A cobertura básica inclui proteção contra incêndio, queda de raio, explosão, impacto de veículos, tumultos, greves, recomposição de documentos pessoais e do imóvel. No entanto, é possível proteger a residência de outros riscos, entre eles roubo, vendaval, furacão, ciclone, chuva de granizo, danos elétricos, vidros entre outros.

Apesar de ainda não ser possível adiantar como será o mercado no período pós-pandemia, uma mudança já é percebida. “As seguradoras vão precisar oferecer produtos e serviços cada vez mais personalizáveis, de acordo com perfil e necessidade de cada pessoa. Há o entendimento de que o consumidor percebe ainda mais a importância de uma proteção maior oferecida pelo seguro”, conclui Lima.

N.F.
Revista Apólice

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