Atualmente corretores e seguradoras enfrentam dúvidas sobre como atender às necessidades dos PME’s na nova economia de recorrência. O formato que funcionava antes, agora ignora totalmente as mudanças de gerações, a ascensão da Gig Economy e as crescentes demandas dos trabalhadores que estão entrando no mercado. Portanto, o modelo de comercialização de seguros de Responsabilidade Civil que conhecemos está ultrapassado e precisa passar por uma grande reestruturação o mais rápido possível.

Os seguros de Responsabilidade Civil no modelo atual deixam os corretores sobrecarregados com a burocracia, além de enfrentar uma série de processos para qualificar clientes. Tudo isso incapacita que esses profissionais ofereçam apólices sob medida e que atendam os desejos dos consumidores, não permitindo que o corretor evolua.

Segundo uma reportagem da Época Negócios, “no Brasil, os millennials já compõem a maior parte da população (…) e representam 50% da força de trabalho. Esse percentual deve crescer: estimativas dão conta de que, até 2030, a Geração Y deve ocupar 70% dos postos de trabalho”. Esse número gigantesco de nativos digitais ocupando cargos nas corporações significa uma maior demanda por ferramentas tecnológicas que possibilitem aos empresários de pequenas empresas gerenciarem e compararem seguros instantaneamente. E entregar esse tipo de serviço só é possível se houver uma simplificação completa das apólices.

O atual modelo não é capaz de oferecer a conveniência e a personalização necessárias para atender à natureza diversa e dinâmica do formato de trabalho atual. Além disso, o curto prazo de permanência nos empregos e os possíveis cancelamentos significam que, sem novas maneiras de fazer negócios, agentes e empresários continuarão perdendo negócios por falta de flexibilidade.

O mercado segurador no geral deve voltar seu olhar para desenvolver coberturas para PME’s. O foco em ofertas aprimoradas para atender pequenas empresas não apenas ajuda os funcionários de hoje a obterem a proteção de que precisam, mas também permite que agentes montem suas próprias organizações e cresçam a longo prazo. Nesta corrida, sairão vitoriosos aqueles que oferecerem produtos inovadores e simplificados, bem diferentes do processo tradicional de comercialização de seguros.

O seguro de RC é fundamental para esses indivíduos. Entretanto, frequentemente freelancers e trabalhadores autônomos renunciam à cobertura. Em muitos casos, eles subestimam seu risco, pois não podem pagar uma apólice de vigência anual ou simplesmente não sabem que precisam dela como prioridade. Para mudar esta questão, é necessário melhorar a experiência do cliente e atender às crescentes necessidades dos proprietários de pequenas empresas.

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N.F.
Revista Apólice

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