Atualmente todos nós estamos vulneráveis e expostos na internet, com nossos dados armazenados em computadores, celulares e outros aparelhos eletrônicos. Portanto, a partir do momento que colocamos essas informações no mundo online estamos sujeitos a sofrer um ataque cibernético. Já parou para pensar nisso?

Segundo o relatório de 2019 da Norton Security Report, que fez o levantamento em dez países, quase 500 milhões de consumidores foram vítimas de um crime cibernético, com 349 milhões apenas no último ano. Além disso, a pesquisa apontou que 67% dos entrevistados afirmam estar mais alarmados do que nunca com sua privacidade, sendo que 66% estão muito preocupados com a possibilidade de sua identidade ser roubada.

A fragilidade da proteção de dados é comum à ampla maioria: 92% dos entrevistados têm, pelo menos, alguma preocupação com a privacidade das informações. No Brasil, o relatório de 2017 da Norton Security Report apontou que os consumidores vítimas de crimes cibernéticos perderam US$ 22,5 bilhões. Entendendo essa tendência, muitas seguradoras estão investindo em produtos que protejam as pessoas contra esses ataques.

O seguro para riscos cibernéticos protege tanto os contratantes da apólice quanto os possíveis impactados pelo roubo de dados. O produto oferece cobertura para todos os custos pós-ataque hacker e vazamento de dados. Cobre também ataques ransomware, que bloqueiam os arquivos da organização e exigem pagamento de resgate. Além disso, a seguradora disponibiliza para os clientes uma equipe para atendê-los em caso de sinistro.

Com a consolidação das leis de proteção de dados nos Estados Unidos e na Europa e a previsão de vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil, os gestores de empresas estão cada vez mais cientes da necessidade de investir em seguro cibernético. Por isso esta é uma ótima oportunidade, também, para o corretor, que irá aprender mais sobre esse produto e oferecer para sua carteira a proteção.

Não importa o tamanho da empresa: seja pequena, média ou de grande porte, com o avanço da  transformação digital, o seguro cibernético passa a ser uma solução fundamental para proteger as organizações. Na saúde, laboratórios, hospitais e clínicas que usam sistemas para armazenar resultados de exames e prontuários de pacientes são alvos visados pelos hackers. Bancos e instituições financeiras também são um dos favoritos dos criminosos, pois trabalham com um conjunto imenso de dados sigilosos.

Normalmente a contratação dessa apólice é feita anualmente. Para assegurar uma cobertura de R$ 1 milhão de reais, por exemplo, a empresa segurada pode pagar, em média, entre R$ 10 e R$ 30 mil ao ano. É importante ressaltar que contratar esse tipo de seguro não dispensa o investimento em tecnologia e em uma política de segurança de dados, sendo capaz de proteger os sistemas com medidas preventivas. Ao negligenciar a proteção aos dados e softwares da empresa, o segurado corre o risco, inclusive, de ter sua cobertura anulada.

Veja mais sobre o assunto no site da GR1D Insurance.

N.F.
Revista Apólice

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