A transformação digital está cada ganhando mais velocidade, impactando o modelo de gestão de diversas áreas. Segundo o Instituto Gartner, os investimentos na digitalização dos dados, por meio da adoção de ferramentas disruptivas, podem chegar a US$ 3,9 trilhões no ano de 2020.

O mercado segurador não poderia ficar de fora dessa tendência. Empresas do setor investem em tecnologia e com isso é possível agilizar uma série de atividades e processos, visando melhorar a gestão dentro das companhias. Duas ferramentas tecnológicas que podem ajudar nesse movimento são a Inteligência Artificial (IA) e o Big Data, próprias para otimizar atividades organizacionais.  

Utilizando essas duas tecnologias, a empresa gerencia os riscos e investe na sustentabilidade do negócio ao mesmo tempo, pois somente dessa maneira será possível identificar possíveis sinistros e proteger a seguradora contra perdas financeiras.

A tecnologia permite simplificar a avaliação de riscos e diminuir o tempo de contratação do seguro. Isso ocorre porque ao utilizar a IA e o Big Data, a presença do profissional para a vistoria deixa de ser uma obrigatoriedade, por exemplo. Assim, a companhia otimiza seus recursos, agiliza as vendas e automaticamente entrega valor agregado para o cliente, pois ao tornar o processo mais simples e prático estreita-se a relação entre o consumidor e a seguradora.

Além de melhorar a experiência do cliente, a Inteligência Artificial e o Big Data ajudam no fortalecimento do ecossistema de gerenciamento de riscos das seguradoras e insurtechs. Ao usar ferramentas disruptivas, é possível prever situações de riscos e evitar prejuízos financeiros. A IA, em particular, viabiliza a construção de sistemas de avaliação mais eficazes, permitindo a realização de análises prospectivas.

Já o Big Data, aplicado em conjunto com a IA, permite comparar os dados de um cliente com perfis fraudulentos anteriores a partir das informações adquiridas. Com isso, é possível identificar casos que requeiram investigação e acompanhar a análise do comportamento do segurado.

Além disso, a tecnologia pode ser usada para analisar dados de reclamações e tirar conclusões sobre se os modelos de subscrição ou de gerenciamento de riscos estão funcionando de maneira eficaz. Tanto o Big Data quanto a Inteligência Artificial devem facilitar o processo, permitindo que os gerentes de risco tomem decisões mais eficazes e rápidas.

É nítido que a IA juntamente com outras ferramentas disruptivas irá transformar a cadeia do mercado segurador. Uma empresa que adota a Inteligência Artificial, o Big Data e outros instrumentos de gerenciamento de riscos pode usar essas tecnologias para rastrear objetos e assegurar a entrega ao destinatário, cumprindo então o seu principal propósito: proteger a sociedade.

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N.F.
Revista Apólice

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