Em entrevista para a Rádio CNseg, Joaquim Neto, presidente da Comissão de Seguro Rural da FenSeg, destacou que o seguro rural é distribuído em áreas mais distantes dos grandes centros urbanos, com menor concentração de pessoas. No cotidiano os segurados já tomam todos os cuidados com limpeza para desinfecção, como utilização de luvas e máscaras.

“São rotina sanitárias comuns, até mesmo pela natureza de sua atividade. Por isso, acreditamos numa incidência reduzida de casos de covid-19 e, com isso, não há paralisação da atividades no campo”, explica Neto.

As carteiras de frutas, hortaliças e flores foram as mais impactadas por conta do fechamento de feiras livres, restaurantes e hotéis. Contudo, a produção de grãos teve aumento de safra com recordes. A maioria destes produtos é direcionada à exportação. Com o dólar mais elevado, isso ajuda a remuneração dos agricultores e também o setor de seguro rural.

“Quanto às contratações mais frequentes pelos agropecuaristas, há a soja para a safra de verão e o milho no inverno. São a seca e o excesso de chuvas que preocupam os agricultores”, ressalta Neto. A matéria que foi ao ar na Rádio está disponível no link.

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N.F
Revista Apólice

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