EXCLUSIVO – Neste mês de abril, o SindSeg MG/GO/MT/DF (Sindicato das Empresas de Seguros Privados, de Resseguros e de Capitalização dos Estados de Minas Gerais, de Goiás, do Mato Grosso e do Distrito Federal) comemora 70 anos de existência. Desde 1950, a entidade  atua de forma institucional, representando, perante as autoridades administrativas e judiciárias, os interesses gerais do mercado de seguros e as necessidades de suas associadas.

Além disso, o Sindicato firma contratos, acordos ou convenções coletivas de trabalho, elege ou designa os representantes da respectiva categoria e colabora com o Estado, como órgão técnico e consultivo, no estudo e solução dos problemas que se relacionam com sua categoria econômica. A entidade também realiza eventos com o objetivo de fortalecer a cultura do seguro na região. Treinamentos, cursos, palestras e outras iniciativas são oferecidos visando que os seguradores associados tomem conhecimento e debatam sobre os assuntos que estão em alta no Brasil e no mundo.

Marco Antônio Neves

Segundo Marco Antônio Neves, presidente do Sindicato, “a indústria de seguros é, na sua essência, uma disseminadora de valor e de riqueza. O resultado da receita de seus produtos, além de empregar milhares de pessoas direta e indiretamente, alimenta uma dinâmica cadeia produtiva que envolve seguradoras, corretoras e uma ampla gama de fornecedores de reparação, reposição e prestação de serviços. Por isso é de extrema importância que existam entidades como essa”.

A organização também realiza, analisa e divulga dados estatísticos referentes aos mercados mineiro, goiano, matogrossense e do Distrito Federal, servindo de referência para as empresas, imprensa e consumidores interessados em saber mais sobre o setor segurador. Um dos benefícios oferecidos pela entidade para os seus associados é que a sede do Sindicato, localizada no centro de Belo Horizonte, pode ser utilizada como coworking para os profissionais das seguradoras que precisam de um local temporário de trabalho, sendo necessário apenas fazer o agendamento.

Para Neves, “o setor de seguros evolui continuamente, respondendo às necessidades da sociedade que também se transforma. A nossa missão se baseia em representar as associadas perante a sociedade e as autoridades, defendendo os legítimos interesses do segmento e apontando novos caminhos”. O executivo acredita que o crescimento do mercado segurador nos últimos dez anos demonstra que a noção da sociedade sobre a proteção pessoal e a preservação do patrimônio é crescente.

Sobre o futuro pós-pandemia, Neves acredita que ainda é cedo fazer qualquer previsão e que é necessário manter a calma. “Na indústria do seguro, o efeito dessa crise vai se formar ao longo do tempo, diferente dos outros setores. Espera-se que, ainda sob efeito da forte atividade seguradora ocorrida em 2019, o primeiro semestre deste ano terá o impacto da pandemia atenuado. Mas não há como negar que as consequências desse momento irão impactar as atividades de seguros. Entretanto, numa visão geral, toda crise traz consigo oportunidades. O desafio é identificá-las e aproveitá-las”, ressalta o presidente.

Nicole Fraga
Revista Apólice

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