A rodada nacional do Campeonato de Inovação da seguradora Zurich ocorreu em janeiro na própria sede da empresa no Brasil. Nessa etapa, as 26 startups inscritas tiveram a oportunidade de apresentar os seus projetos para serem avaliados e seguirem na etapa regional da competição.

Dentre as finalistas, a PAI Health conquistou o primeiro lugar com o projeto de prevenção de doenças cardiovasculares por meio da tecnologia. Essa é a primeira startup a utilizar métricas de atividades físicas, cientificamente comprovadas, para ajudar a reduzir o risco de doenças cardiovasculares em uma média de 25%, seguindo orientações personalizadas para exercícios que otimizam os níveis de aptidão cardiorrespiratória, tudo com a utilização de tecnologias presentes em smartphones e smartwatches.

O segundo lugar ficou com a Pet Assist, serviço de proteção e cuidado para o pet em caso de falecimento do dono. Já a Surfly obteve a terceira colocação com a utilização da tecnologia de co-browsing, permitindo a humanização do atendimento digital.

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“Nesses três dias de evento, tivemos a chance de conhecer projetos que trazem revoluções com o uso da tecnologia para as mais diversas áreas do mercado. Ficamos muito felizes em recebê-los e fazer parte dessa seleção, que foi muito difícil, pois todos trouxeram iniciativas maravilhosas,” diz Rodrigo Barros, diretor de Estratégia e Inovação da seguradora no Brasil.

O vencedor nacional continuará para a próxima rodada global, divididas em Ásia-Pacífico, América do Norte, América Latina, Europa e Oriente Médio. Já os vencedores gerais da rodada regional, a serem selecionados em junho de 2020, participarão de uma rodada global final, que acontecerá em agosto de 2020.

Os três finalistas da rodada global terão a oportunidade de desenvolver um projeto piloto com a respectiva unidade de negócio, na qual ele foi eleito na rodada local.

“Nossa finalidade é disponibilizar produtos e serviços inovadores aos nossos clientes em seus respectivos países e regiões, podendo ser expandidos globalmente para proteger as próximas gerações”, afirma Barros.

N.F.
Revista Apólice

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