O Grupo Sura reportou os seus resultados financeiros no terceiro trimestre do ano, nos quais destaca o crescimento de 35% no seu lucro líquido acumulado, para chegar à COP 1.5 trilhões (USD 460.8 milhões*), um avanço recorde nos resultados consolidados em setembro e que ultrapassa o lucro alcançado no ano anterior inteiro (COP 1.3 trilhões). Só no terceiro trimestre, o lucro líquido foi de COP 542,116 milhões (USD 167.3 milhões), com um incremento de 31.1% frente ao mesmo período de 2018.

“Os resultados no terceiro trimestre mostram que foi um bom ano para a empresa e seus negócios, impulsionados pela diversificação de receitas apesar dos desafios econômicos e sociais enfrentados pela região. Por isso renovamos o nosso compromisso de contribuir para o desenvolvimento sustentável dos latino-americanos e o bem-estar presente e futuro de cada uma das companhias do Grupo”, comentou David Bojanini, presidente da companhia.

As receitas operacionais aumentaram 14.8% em setembro, atingindo COP 16.2 trilhões (USD 4,999.7 milhões), com um crescimento de dois dígitos nas principais operações, enquanto os gastos consolidados aumentam em um ritmo menor, de 13% e foram de COP 13.8 trilhões (USD 4,251.2 milhões). Deste modo, o lucro operacional avançou 26.3%, a COP 2.4 trilhões (USD 748.5 milhões), em linha com o objetivo de trabalhar de forma eficiente e com gastos controlados.

“Estes resultados mostram os benefícios da diversificação de receitas, o foco em um crescimento orgânico rentável e os efeitos positivos do processo de otimização do capital investido. Além disso, as operações da Sura Asset Management e da seguradora tiveram uma boa dinâmica operacional, que compensa impactos pontuais, como a conjuntura econômica da Argentina e a situação do setor da saúde na Colômbia”, acrescentou Ricardo Jaramillo, vice-presidente Financeiro da organização.

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Nesse sentido, a Sura Asset Management contribuiu para os resultados da instituição, com um lucro líquido de COP 681,776 milhões (USD 210.5 milhões) e aumento de 42.5% frente ao obtido entre janeiro e setembro de 2018. Isto é explicado pelo aumento dos rendimentos dos portfólios, um incremento de 8.9% nas receitas por comissões no Negócio Mandatório (pensões obrigatórias), apesar da redução recente destas comissões em alguns países, ao mesmo tempo em que as receitas do Negócio Voluntário aumentam 14.3%, o que compreende as unidades de economia e investimento e Investment Management.

Por sua vez, a empresa apresentou um aumento nas receitas por prêmios emitidos de 15.1% e aumento de 23.7% nas receitas por prestação de serviços em saúde. Por segmentos, registra-se um crescimento acumulado de prêmios em Vida (24%) e Gerais (9.7%).

Não obstante, o lucro líquido das operações de seguros diminuiu 24% até setembro, a COP 300,009 milhões (USD 92.6 milhões), explicado por três efeitos. O imposto de IVA sobre as comissões de seguros de vida na Colômbia; maior sinistralidade e custos pela migração de usuários à EPS Sura, também neste país; e os resultados da operação na Argentina, afetados pela conjuntura de alta inflação, desvalorização e menores receitas por investimentos. Excluindo os resultados da operação na Argentina, o lucro líquido da empresa na região aumentaria 10.1% até setembro.

Finalmente, o Grupo fechou o terceiro trimestre do ano com um patrimônio consolidado de COP 28.8 trilhões (USD 8,292.7 milhões**), um incremento de 7.2% frente ao registrado em dezembro passado, como efeito do aumento do lucro líquido consolidado.

*Números da Demonstração da Situação Financeira, a taxa de câmbio média acumulada em 30 de setembro: COP 3,239.57.

**A a taxa de câmbio no fechamento do terceiro trimestre: COP 3,477.45.

N.F.
Revista Apólice

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