A sofisticação e o aumento de volume de ataques cibernéticos vêm fazendo com que empresas de todos os portes e de todos os setores da economia busquem informações sobre seguros para proteger dados de terceiros e evitar prejuízos na operação. No último ano, segundo dados da Deal Seguros, foi notado um aumento de 55% na procura deste tipo de seguro, porém, percebeu-se que mesmo cientes dos riscos que correm, a maioria das empresas ainda adiam a contratação e não tratam essa modalidade de seguro como prioridade.

As consequências desse comportamento são graves. Toda companhia que administra dados e informações de terceiros, tanto de clientes, quanto de funcionários e fornecedores, é responsável pela integridade dessas informações e pode ser impactada caso algum vazamento de dados ocorra. Deste modo, o seguro cibernético torna-se um aliado importante para as organizações e está de acordo com a programação de adequações que serão necessárias com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), que entrará em vigor em agosto de 2020.

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“Percebemos o mercado tentando se habituar à LGPD e tentando conhecer melhor este tipo de seguro, mas ainda são poucas as organizações que já estão conscientes deste tipo de risco. Grande parte delas acredita que é melhor investir na segurança de dados com sistemas complexos, porém não percebem que o seguro é um complemento à segurança”, explica Rodrigo Kihara, diretor executivo da Deal.

O produto garante a responsabilidade de eventuais prejuízos decorrentes de incidentes com consequente vazamento ou roubo de dados. Entre as principais proteções, estão cobertos os custos de gerenciamento de crises, responsabilidade de mídia e internet, custos de defesa emergencial, violação de privacidade de informações pessoais ou corporativas, extorsão cibernética, multas e sanções administrativas e lucros cessantes.

N.F.
Revista Apólice 

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