Robert Bittar, Mario Pinto, Tarcisio Godoy e Maria Helena Monteiro

Exclusiva- A Escola Nacional de Seguros passou por mudanças significativas no seu modelo de gestão, com a chegada de novos diretores e alterações em sua forma de financiamento. Houve a desativação de várias unidades estaduais, para a racionalização e otimização dos recursos. O ápice das mudanças veio com a abertura da escola para outros setores, com a alteração de sua marca para Escola de Negócios e Seguros.

O presidente da entidade, Robert Bittar, lembrou que com a mudança na diretoria da escola trouxe um novo olhar para o setor. “Juntos eles vislumbraram novas oportunidades de treinamento e qualificação em atividades que a Escola pode desenvolver”. A ampliação da atuação da ENS passou a ser uma necessidade, indo além dos cursos voltados para o mercado de seguros.

Tarcisio Godoy, diretor executivo da ENS, explicou que a escola conseguiu ultrapassar um período turbulento e agora passa a navegar com motores próprios. A Escola de Negócios e Seguros já é reconhecida como a principal instituição formadora dos profissionais do mercado de seguros.

Anualmente, a ENS treina cerca de 17 mil pessoas e habilita cerca de 3,5 mil corretores de seguros. “Estamos falando de duas indústrias: a de seguros e a educacional. Este  último tem um ciclo de conhecimento reduzido, mas mercados agressivos precisam de profissionais mais bem preparados”, avaliou Godoy.

A sustentabilidade da escola está baseada em 4 pilares: aprimoramento do atual modelo; expansão e massificação da oferta de cursos (o ensino a distância é o futuro); oferta de consultorias e serviços e desenvolvimento de parcerias estratégicas.

A Escola também irá disponibilizar três novos cursos de formação profissional, gratuitamente, para parceiros e quem mais queira acesso. Há também outros 31 cursos online com 50% de desconto no mês de outubro. “Queremos tornar a Escola uma importante ferramenta para o desenvolvimento do mercado”, avisou Godoy.

Mario Pinto, diretor de Ensino Superior, percebe que há uma convergência de componentes que levam ao movimento de mudança da escola. “Ela é um braço acadêmico do mercado de seguros. Para atingir esta missão, ele observou três ponto: otimização dos recursos; difusão do conhecimento de seguros; parcerias”.

Maria Helena Monteiro, diretora de Ensino Técnico da ENS, explicou que o fechamento das unidades físicas deve gerar receita que será aplicada no conhecimento a distância, setor que é viabilizado internamente na Escola. “O ensino a distância da Escola é muito completo, que dispõe, além das aulas, de exercícios de fixação e as avaliações”, completou.

Kelly Lubiato, de Costa do Sauípe/ Salvador/BA
Revista Apólice

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