EXCLUSIVO – Flexibilidade no trabalho consiste em oferecer mais liberdade e autonomia para os colaboradores adaptarem as suas respectivas rotinas, sem que sejam sobrecarregados com as demandas da companhia e de suas vidas pessoais. Essa iniciativa agrega mais valor para a empresa e satisfação para os funcionários desenvolverem suas atividades.

Acompanhando essa tendência, o CVG-SP realizou na manhã desta terça feira o debate “Estudo sobre Tendências de Benefícios para Funcionários – Brasil/2018”, que aconteceu no auditório da Fecap, em São Paulo. A pesquisa, produzida pela MetLife com a participação de funcionários e empresários de quatro cidades do país, aponta as tendências na área de benefícios, mostrando quais são os mais valorizados e os que mais motivam o aumento da produtividade

Leonardo Stivanin

Segundo o estudo, que foi apresentado por Leonardo Stivanin, head de estratégia na MetLife, os funcionários estão menos satisfeitos com seu local de trabalho – e seus benefícios – do que muitos empregadores acreditam: apenas 28% dos entrevistados que trabalham em pequenas empresas estão confiantes que suas economias irão ajudar caso fiquem doentes ou ocorra algum imprevisto. 30% deles consideram a flexibilização importante, pois permite-se que eles adaptem seus benefícios à sua própria situação.

Logo após a apresentação, a mediação do debate ficou por conta do presidente do Clube, Silas Kasahaya. Como debatedores, participaram Guilherme Hinrichsen, vice-presidente Comercial na Icatu Seguros; Carlindo Boaventura, diretor Executivo na CBJR Boaventura; e Francisco Toledo, diretor executivo na Scor Brasil Re e vice-presidente regional na Scor Global Life Américas.

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De acordo com o estudo, 70% dos funcionários querem comunicação com as organização o ano inteiro. “Quando o colaborador é avisado corretamente dos benefícios que possuí e há um diálogo eficaz com o setor de RH da empresa, é gerado mais engajamento e produtividade no ambiente de trabalho”, afirma Stivanin.

Nesse cenário em constante transformação, atrair e reter talentos ainda é importante para as empresas. “O estudo traz tendências fundamentais para a tomada de decisões das empresas. É preciso estar antenado e suprir as necessidades dos colaboradores”, disse Toledo. Além dos profissionais de RH das companhias, o executivo considera que o tema é de interesse para os corretores de seguros, pois os mesmos poderão levar soluções e produtos inovadores para seus clientes, gerando uma proposição de valor muito mais forte do que apresentar uma cotação normal.

Nicole Fraga
Revista Apólice

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