Foto: Honório Moreira / O Imparcial.

Exclusivo- Hoje, 22 de agosto, é comemorado o dia do folclore. A junção de duas palavras inglesas, folk (povo) e lore (sabedoria) deram origem ao conhecimento do povo, o folclore.

Diferente da América espanhola, o Brasil não enfrentou grandes guerras para deixar de ser colônia, por isso, a mistura de povos, costumes e línguas possibilitou a diversidade de manifestações culturais dentro do território. Carimbó, catira, boi-bumbá, boto-cor-de-rosa, folia de reis, cavalhada etc. fazem parte das expressões folclóricas do povo brasileiro.

Assim como o folclore, um gênero da cultura nacional, a arte também se beneficia das regionalidades. Na música com nomes que celebram suas origens, como Luiz Gonzaga, ou a Bossa Nova de João Gilberto e, ainda, a amazonense Banda Carrapicho. Na literatura, Ariano Suassuna, Castro Alves, Clarice Lispector e Carolina Maria de Jesus. Desde a escultura barroca de Aleijadinho até as criações arquitetônicas de Oscar Niemeyer, a cultura representa as influências de um povo e seus costumes.

Com o intuito de aproximar novos públicos e divulgar a importância da cultura dos seguros na sociedade, seguradoras se aliam a projetos artísticos e contribuem com o desenvolvimento cultural do país.

Música Popular Brasileira, teatro e Prudential

Com o intuito de levar tranquilidade para as pessoas por meio do seguro de vida, a Prudential realiza o Prudential Concerts. Na sua edição de 2017, por exemplo, o festival reuniu artistas como Gilberto Gil, Daniella Mercury, Alceu Valença, Vanessa da Matta e o maestro Carlos Prazeres para o tema Acordes Brasileiros e Bossa Nova. Nesta edição, o festival levou 8.600 pessoas para os espetáculos.

Na edição de 2019 a seguradora vai levar o rock para os palcos com o tema Let’s Rock. Um projeto que visa misturar a música erudita com a música popular.

Fernanda Riezemberg, gerente de Marketing Institucional da seguradora, explica como funcionou o processo de escolha da atividade. “A Prudential do Brasil vive um momento o qual busca tornar a marca ainda mais conhecida e presente no dia a dia das pessoas. Além disso, buscamos conversar com diferentes públicos, principalmente os jovens, que em grande parte ainda não conhecem a importância do planejamento financeiro por meio da proteção do seguro de vida. Buscamos projetos que trouxessem essa leitura, construíssem um legado cultural e estivessem conectados com o negócio da companhia”, relata.

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“O Prudential Concerts está totalmente alinhado ao propósito da seguradora de levar tranquilidade e bem-estar para as pessoas por meio do seguro de vida. Ao misturar música clássica a diferentes estilos musicais, o projeto permite ao público vivenciar uma experiência única”, complementa.

A seguradora patrocinou a reabertura do teatro Adolpho Bloch, rebatizado com o nome da companhia. O espaço tem projeto de Oscar Niemeyer e paisagismo de Burle Max, artista plástico responsável por desenhar o Parque do Ibirapuera, em São Paulo, e o Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro.

Teatro Prudential

Fernanda fala da importância de aliar seguro de Vida e o teatro. “Buscamos fazer parte da vida das pessoas, o seguro de Vida nada mais é do que devolver para uma pessoa ou para uma família parte do seu patrimônio após uma adversidade. Estamos muito orgulhosos por devolver ao Rio de Janeiro um patrimônio tão importante, trazendo mais um espaço cultural para que os cariocas possam usufruir”, alega.

Caixa Seguradora e a sétima arte

Segundo dados da Agência nacional de Cinema (Ancine), ligada ao Ministério da Cultura, no ano de 2018, as salas de cinema brasileiras alcançaram 161 milhões de pessoas. Um aumento de 25,3% em relação ao ano de 2017. Os filmes nacionais atingiram 23,25 milhões de espectadores.

Apesar dos números, segundo o IBGE, apenas 10,4% das cidades do país possuem cinema. O estado de São Paulo possui 1.031 espaços, enquanto no estado do Acre, em último lugar, possui apenas 5.

Com o projeto o “Cinema é Para Você, Sim”, a Caixa Seguradora leva o cinema em uma carreta para cidades de menos de 50 mil habitantes. O circuito já passou por cidades do Nordeste e Centro-Oeste e Sudeste. Na sua edição de 2019, a carreta segue para região Norte.

“Para a Caixa Seguradora é um orgulho conduzir esse projeto, que já vai para o quinto ano e passa pelo Brasil todo levando a sétima arte e colecionando histórias”, relata Rodrigo Cicutti, gerente de comunicação corporativa.

Cicutti explica como são escolhidas as cidades que recebem a carreta. “O programa beneficia as pessoas menos favorecidas ao acesso à cultura. As cidades que tenham agência da Caixa e não possuem cinema, cumprem os requisitos para receber a carreta”, comenta.

O executivo conta como surgiu a ideia de levar cinema atrás do caminhão: “Discutimos vários temas e chegamos à conclusão de que o cinema faz parte do nosso DNA. A empresa investe em cinema, investe em filme, em festivais, logo, chegamos ao parecer de que levar cinema para as pessoas menos favorecidas faria a diferença, coisa que para nós, nos grandes centros, é uma atividade comum. As pessoas saem emocionadas após uma sessão, justamente por ser uma experiência rara e que marca a vida das pessoas”, finaliza.

Gabriel Rocha 
Revista Apólice

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