A carteira de transportes da Argo Seguros cresceu 48% neste semestre em comparação ao mesmo período do ano passado. Já o mercado, como um todo, apresentou uma expansão de 10% em média, segundo números divulgados recentemente pela Susep.

Atualmente, a empresa está entre as dez maiores seguradoras de transportes, com quase 4% de market share, mesmo tendo chegado ao país somente em 2012. No segmento de transporte internacional (marine) o desempenho é ainda melhor, já que a companhia está entre as cinco primeiras desse nicho.

(FOTO: Divulgação) Salvatore Lombardi

“Os road shows que temos feito pelo Brasil, além do desenvolvimento de novas parcerias, tem contribuído para a expansão geográfica e consequente aumento da nossa base de corretores. Em paralelo, continuamos mantendo um nível de excelência no serviço que oferecemos aos nossos parceiros, dando o suporte necessário para a criação de novos negócios”, explica Salvatore Lombardi, diretor executivo e head Latin America Marine da companhia.

 

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Os ramos que apresentaram o maior aumento em volume de prêmio emitido neste período foram os seguros de transportes nacional, que passou de R$ 14,8 milhões para R$ 24,9 milhões; e de transporte internacional, que saiu de R$ 15,1 milhões para R$ 25,2 milhões. Já o seguro de responsabilidade civil do transportador rodoviário carga (RCTR-C), aumentou R$ 2,2 milhões de prêmios emitidos, chegando a R$ 12,6 milhões.

Parte desse sucesso se deve também ao foco que a companhia dedica a este segmento, auxiliando na prestação de serviço e especialização em gerenciamento de risco para corretores e clientes, inclusive desenvolvendo materiais de orientação e segurança e realizando treinamentos periódicos com empresas especializadas, interna e externamente.

“Buscamos ser parceiros dos corretores. Temos uma série de treinamentos agendados ao longo deste ano com dois escritórios especializados em logística e comércio exterior, mas também orientamos sobre a melhor maneira de transportar cargas e até disponibilizamos um e-book de orientação aos motoristas de caminhões”, lembra Salvatore.

N.F.
Revista Apólice

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