Em março do ano passado, a projeção de crescimento econômico do País para 2019 era de 3%, mas com a lenta recuperação dos indicativos e a estagnação da taxa de desemprego, a expectativa reduziu para 1%. Diante deste cenário, o mercado de seguros se mantém otimista, já que aposta nas reformas. É o que aponta a última edição da Carta de Conjuntura do Setor de Seguros, produzida pelo Sindicato das Empresas de Seguros e SindsegSP e pelo Sincor-SP.

Desde maio deste ano, o mercado de seguros se mostra positivo. Em julho, por exemplo, o índice de confiança atingiu 115 pontos, ainda um pouco longe dos 130 pontos registrados no início do ano. “O desafio agora é especular se tal evolução favorável em seguros poderá se manter, caso os números econômicos do País não melhorarem de forma mais substancial no segundo semestre”, diz o estudo.

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Nos ramos típicos de seguros, como automóvel, pessoas, residencial e empresarial, mas sem contar saúde suplementar, a variação acumulada da receita foi de 7% em valores até junho de 2019 quando comparado ao mesmo período do ano passado. O resultado do setor tem sido afetado pela queda da receita do seguro DPVAT nos últimos anos. Se este ramo fosse excluído, o avanço seria de 9%.

O ramo de pessoas se mantém em destaque, com variação de 15% e faturamento de R$ 21 bilhões até junho deste ano. Em ramos elementares, o avanço foi de 3% na comparação com o mesmo período do ano passado, com faturamento de R$ 36,2 bilhões.

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N.F.
Revista Apólice

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