Apesar do esforço que tem sido feito pela equipe econômica na implantação das reformas econômicas para impulsionar o mercado brasileiro, a taxa de desemprego deve fechar o semestre em nível elevado. O dado mais recente divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que mensura este cenário, trouxe o alarmante número de 13,2 milhões de pessoas economicamente ativas sem emprego no Brasil, o que representa 12,5% da população.

Uma das alternativas encontradas para driblar essa situação é o trabalho por conta própria, sem carteira assinada e independente de uma empresa. Também segundo o IBGE, existem hoje no Brasil 23,9 milhões de pessoas nessa forma de ocupação, sejam eles atuantes em ambientes externos (como entregadores de aplicativos, por exemplo), ou em espaços físicos.

Jefferson Silvestrin, gerente de Produtos da HDI Seguros, corrobora o tamanho desse contingente de trabalhadores a partir do aumento da procura pela cobertura do seguro residencial oferecido pela companhia para estes fins, produto chamado de “Escritório em Residência”. “Nos últimos três anos, registramos um aumento de 500% nas adesões a essa cobertura. Ela protege os objetos e espaço físico de quem transformou um cômodo de sua própria casa em escritório, mais comum entre advogados, contadores, designers, entre outros”, detalha.

Outro caminho possível para manter-se na ativa sem depender da CLT é a atuação como Microempreendedor Individual, conhecido pela alcunha de “MEI”. Dados do Portal do Empreendedor, serviço do Governo Federal, mostram que há mais de 8 milhões de trabalhadores nessa condição atualmente no mercado, muitos deles pertencentes ao setor de serviços, um dos mais afetados pela crise de empregabilidade.

Leia mais sobre: Seguro de vida é aliado dos profissionais autônomos

A cobertura do seguro residencial da empresa voltada para essa categoria abrange 24 atividades, de especialidades variadas, como cabeleireiro, adestrador de animais e tatuador, que tenham instituído o estabelecimento utilizando parte do espaço físico da própria residência.

Silvestrin explica que o diferencial estratégico das coberturas é ser sensível às necessidades básicas do empreendedor, como a indenização por roubo, furto e danos causados por fenômenos da natureza a seus instrumentos de trabalho, além da proteção por Responsabilidade Civil, que resguarda o trabalhador em eventuais acidentes ocorridos com seus clientes nas dependências de seu comércio.

G.R
Revista Apólice

Deixe uma resposta