ATUALIZADO EM 31/05/2019, ÀS 15H57

A melhor maneira para isso é contratar um seguro viagem. Mas, no caso das futuras mamães, é preciso o dobro de atenção na hora de escolher o produto, uma vez que nem todos os planos de seguradoras de viagem tem esse tipo de cobertura. Como é comum fazer a compra online, as pessoas acabam não lendo as condições gerais do item contratado, que muitas vezes tem, em suas exclusões, casos de gravidez.
Segundo a APRIL Brasil Seguro Viagem, há diversos fatores que devem ser observados. O primeiro deles é se o produto oferece cobertura para mulheres gestantes. Em segundo, deve-se observar até qual semana da gestação essa cobertura é válida. Por fim, vale verificar se há algum limite de idade.

As gestantes são devidamente contempladas pelos planos da empresa, por exemplo, desde que estejam em um período anterior à 32ª semana de gestação e tenham até 45 anos.
Imprevistos podem acontecer a qualquer hora. No caso de mulheres grávidas, o risco é maior. Segundo a OMS, 30 milhões de bebês nascem prematuros por ano no mundo todo. Com isso, a importância do seguro viagem nesses casos tornam-se indispensáveis. “O seguro viagem é imprescindível mesmo quando a saúde da mulher e da gestação estão em dia.

Fernanda Pasquarelli

Primeiro porque todos nós estamos sujeitos e imprevistos o tempo todo. Contar com apoio no momento em que estamos longe de casa faz toda a diferença”, ressalta Fernanda Pasquarelli, diretora de Vida, Previdência e Investimentos da Porto Seguro

Fernanda ainda comenta sobre ações como proceder em eventualidades. “Em caso de emergência, a seguradora prestará todo o atendimento até que se estabilize o quadro clínico da paciente para que ela possa continuar a viagem ou retornar ao seu local de residência. Se, na emergência, o médico achar necessário realizar exames, eles estarão cobertos”.

Como o seguro garante atendimento médico emergencial para qualquer situação decorrente da gestação, como dores, sangramentos e até partos prematuros, é importante garantir que a cobertura médica e hospitalar do produto seja suficiente, já que esses procedimentos podem ser relativamente caros, principalmente em países europeus ou nos Estados Unidos. A recomendação da companhia é de planos com 250 mil euros/dólares de cobertura, para que os futuros pais não tenham prejuízos com algum imprevisto.
Vale lembrar que consultas e exames rotineiros não estão inclusos na cobertura. Por isso, é imprescindível realizar o acompanhamento corretamente antes da viagem.

G.R e N.F.
Revista Apólice

Deixe uma resposta