“Ser mãe é padecer no paraíso? Mas que paraíso é este quando temos medos, inseguranças e até raiva muitas vezes? O que fazer com a culpa quando percebemos que nem tudo é um “paraíso” nesta relação? As ansiedades que vivemos por estarmos frequentemente preocupadas com a saúde e bem-estar dos nossos filhos? Quais as dificuldades de relacionamento quando ficam adolescentes?” Estes foram os questionamentos da especialista em comunicação não-violenta, Vivian Laube, que conduziu um bate-papo entre as colaboradoras da Previsul Seguradora na última sexta feira.

O encontro abordou temas como as ansiedades, inseguranças e medos que a maternidade traz e como a autoempatia e a autocompaixão permitem que a mãe se conecte com ela mesma, enfrentando e fortalecendo-se para as dificuldades do dia a dia. Segundo Vivian, a empatia oferece um caminho seguro para que isso aconteça naturalmente. “A autoempatia e a autocompaixão permitem que a mãe se conecte com o que ela tem de bom, com o que é possível para aquele momento, reconhecendo seus sentimentos e necessidades e acolhendo suas vulnerabilidades”, diz.

“Como este é sempre um momento especial e que toca diretamente nos corações das nossas colaboradoras mães, dedicamos um momento para homenageá-las. Tivemos um espaço de conversas com as mães, a partir de um olhar delas para elas mesmas, para que juntas trocassem experiências sobre as dores e alegrias que vivem no dia a dia e que, muitas vezes, não têm espaço para compartilhar, ou mesmo demonstrar”, afirma Andreia Araújo, diretora de Negócios e Marketing da empresa e mãe de Gustavo. Ela destaca que, durante todo o ano, a companhia disponibiliza uma série de benefícios para as funcionárias, como licença maternidade para até 6 meses, auxílio creche/babá até os 6 anos da criança, redução em uma hora da jornada diária até os 12 meses do bebê para amamentação, Uber para colaboradoras gestantes a partir da 34ª semana de gestação e vaga de garagem para colaboradoras durante toda a gravidez.

N.F.
Revista Apólice

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