Em almoço exclusivo para associados do CCS-SP, membros discutiram os desafios e as oportunidades do setor, que passa por transformações.

“O mercado é dinâmico e exige atualização”, disse o mentor do CCS-SP, Evaldir Barboza. Ele reconhece que a categoria atravessa um processo de disrupção provocado pelas novas tecnologias. A ordem é atualização e adequação à realidade. “O vencedor não é o mais forte, mas aquele que se adapta ao momento”, disse.

União das entidades

O ex-mentor do CCS-SP e atual presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, destacou o sucesso do 2º Encontro de Lideranças, organizado pelo sindicato, em fevereiro, com a presença de 100 representantes de entidades da corretagem de seguros de São Paulo. Sobre a palestra ministrada na ocasião pelo consultor Luis Rasquilha, Camillo concluiu que uma das missões do Sincor-SP é preparar a categoria para os desafios da transformação e adaptação aos novos tempos. “O Sincor-SP precisa ser provedor de soluções para o corretor” disse.

O associado José Amarildo Ferreira Bastos propôs um novo modelo para unir as entidades. “Todas têm propósitos e objetivos comuns, então por que não somar? Por que não integrarem as comissões ou departamentos internos do Sincor-SP?”. Já a presidente da União dos Corretores de Seguros (UCS), Mara Borges Sutto, sugeriu às entidades o uso comum de ferramentas que possam levar conhecimentos aos corretores. “As novas tecnologias são uma tendência que não pode ser ignorada”, disse.

Mara perguntou ao mentor sobre o seu projeto de união das entidades. Barboza esclareceu que se trata da organização de um evento comum, com a participação de todas, ainda em 2019. Ele lembrou que esse propósito está em sintonia com o lema da UCS, que é “Juntos somos mais fortes”. O mentor destacou, ainda, a grande responsabilidade do Clube dos Corretores de viabilizar soluções para a categoria, pois reúne um time de especialistas. “Cabe ao Clube canalizar essas informações e compartilhar com outras entidades”, disse.

Para o associado Josafá Ferreira Primo, os corretores devem se preocupar em educar o cliente. “Precisamos criar grupos para cruzar as informações e externar para os segurados o nosso conhecimento”, disse. O associado Amandio Martins concordou e acrescentou que os corretores devem romper as barreiras do mercado para serem reconhecidos pela sociedade. “Precisamos mostrar a que viemos, como profissionais de seguros”, disse.

Marcos Abarca, 1º secretário do Sincor-SP, lembrou que o sindicato dispõe de mais de 20 comissões em atividade, com foco em diversos ramos. “Vejo corretores discutindo sobre como obterem informações de determinadas modalidades de seguros em que não atuam”, disse.

O ex-mentor Adevaldo Calegari divulgou a CamaraSIN, Câmara de Mediação e Conciliação do Sincor-SP, na qual ele atua como secretário, convidando os corretores de seguros a realizarem o curso e mediação e conciliação oferecido pelo sindicato. “É uma oportunidade. O corretor, por natureza, é um negociador e, portanto, já tem um viés de sucesso”, disse.

Novos associados

Um dos destaques do encontro foi a apresentação de três novos associados. “É uma honra estar aqui e uma oportunidade para aprender e agregar”, disse Ernesto Queiroz de Lima, novo associado. “Estou disposto a aprender e a transmitir o que sei”, disse Marcelo Finardi. “Além de somar com aqueles que já fizeram tanto pela categoria, agradeço a oportunidade de estar nesse grupo de pessoas que amam o que fazem”, acrescento Umili Ritacco, novo associado.

M.S.
Revista Apólice

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