Marcelo Assumpção e Fabio Pinho

A Essor anunciou a entrada em dois novos segmentos: o de seguro aeronáutico e o de equipamentos diversos. A companhia se une em linhas de negócios especiais a Asas, que já atua neste mercado.

“Buscamos negócios ou parceiros distintos com capacidade técnica em cada segmento e queremos entender e trazer soluções nas atividades que pretendemos atuar.  Orgulhamos-nos em iniciar a operação”, afirma Fabio Pinho, diretor-presidente da Essor.

No ramo Aeronáutico, as parceiras lançaram três produtos: o Seguro Casco, que garante proteção contra danos às aeronaves; o Seguro Responsabilidade do Explorador e/ou Transportador Aéreo (RETA), o Seguro de Responsabilidade Civil Hangar, voltado à empresa administradora do hangar em caso de ser responsabilizada civilmente por algum dano.

“Incluindo todas as suas modalidades, esse mercado apresentou, em 2018, R$ 352 milhões em volume de prêmios emitidos. Entendemos que o ramo irá evoluir nos próximos anos, acompanhando o crescimento econômico”, afirma o CEO da Asas, Marcelo Assumpção. Ele destaca que o País tem uma das maiores frotas do mundo, com cerca de 22 mil aeronaves registradas, sendo sua ampla maioria utilizada na aviação privada.

“Temos inclusive uma grande expertise na aviação geral, onde podemos destacar nosso amplo conhecimento na subscrição de aeronaves antigas, experimentais e drones”, vislumbra também. O executivo, em conjunto com Leandro Poli, CUO da ESSOR, complementa: “cabe ainda ressaltar a importância social e econômica do seguro RETA, um seguro obrigatório que dá proteção a passageiros, tripulantes e pessoas em solo, entre outros”.

Já no segundo segmento que atuarão, denominado de Riscos Diversos, a seguradora oferece cobertura para danos como incêndio, roubo e acidente a vários tipos de equipamentos, como os utilizados para construção, por médicos, hospitais e ainda os especiais utilizados na linha agrícola, como colheitadeiras acima de 5 anos e de alto valor.

Especializada na subscrição de determinadas linhas de negócios, a ASAS já trabalha junto à ESSOR no segmento de seguros de Propriedades e, agora, compartilha sua ampla experiência e seus canais de distribuição nesta nova empreitada. O potencial é grande: “no primeiro ano de operação, estimamos alcançar R$ 40 milhões em prêmios emitidos”, prevê o executivo.

G.R
Revista Apólice

Deixe uma resposta