A Vital Card lançou estudo que apresenta o perfil de sinistros do viajante brasileiro. A sondagem, realizada com base nos dados dos segurados embarcados pela empresa a partir de agosto de 2018, será elaborada semestralmente pela companhia. Nesta primeira edição, o estudo traz informações sobre os incidentes ocorridos com bagagens e despesas médicas.

Mesmo sem divulgar a base total de sinistros, Rafael Turra, diretor da empresa, confirma que eles integram uma amostragem de agosto de 2018 a janeiro de 2019. O estudo apontou que os sinistros que ocorrem com destino à Europa são três vezes mais frequentes do que nos voos que ocorrem nos demais destinos do mundo. As despesas com compra de itens de primeira necessidade, decorrentes da perda da mala, ficam 20% menores nos Estados Unidos, quando os mesmos gastos são comparados, também, com a Europa.

Já as despesas médicas são acionadas, quase metade das vezes, por sintomas como vômito e diarreia (casos simples), considerando todos os destinos do mundo. Em relação à frequência, os acionamentos médicos ocorrem mais no Estados Unidos, bem como a utilização de despesas farmacêuticas. O mercado estadunidense também se revela mais caro: as despesas médicas básicas como consultas médicas podem custar cerca de 35% a mais do que na Europa.

G.R
Revista Apólice

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