Com a proposta de levar mais informação sobre os riscos nos negócios, evidenciando a contribuição do seguro como investimento e parte do planejamento empresarial em diferentes segmentos, a AIG Seguros apresentou o blog Negócio Seguro. A nova plataforma de conteúdo é um canal direto entre os especialistas da companhia, profissionais e empresas das áreas de varejo, logística e transportes, indústria, agronegócio, comércio e serviços, além de ser uma importante fonte de informações para corretores.

Temas atuais como a crescente ameaça de crimes cibernéticos e a necessidade de proteção dos dados; a preocupação com o impacto ambiental da operação; a responsabilidade da empresa sobre a vida e bens de terceiros; tendências como transações em criptomoedas e dicas sobre sistemas eficientes de proteção são alguns dos assuntos discutidos. Textos, vídeos, estudos e esclarecimento de dúvidas e mitos sobre riscos e prevenção compõem o blog, a partir da experiência dos profissionais da AIG e do mercado para apoio do empresário.

Independente do tamanho e área de atuação da empresa, os seguros mais básicos, com cobertura contra incêndio e roubo, por exemplo, são os mais conhecidos. Mas cada negócio tem seus riscos específicos que podem impactar sua operação e terceiros – a comunidade no entorno, clientes, fornecedores.

“Nosso objetivo é chamar a atenção de empresários sobre a importância da prevenção e antecipação de riscos que, muitas vezes, são desconhecidos ou passam desapercebidos no rotina operacional das empresas, mostrando que o seguro e outras ferramentas preventivas devem ser encaradas como investimento parte do planejamento financeiro do  negócio. Não é um gasto”, explica Lúcio Mocsányi, superintendente de Comunicação e Marketing da AIG.

“Um exemplo clássico é a prioridade que, em muitos casos, um empresário contrata uma apólice com foco principal no valor de reconstrução de sua empresa no caso de um acidente, ou sinistro como se diz no jargão do seguro, uma vez que ele consegue mensurar seu valor, mas acaba por minimizar o valor dedicado a indenizações de danos a terceiros – desde uma contaminação de solo, danos físicos ou pessoais – cujos impactos ele dificilmente seria capaz de saber antecipadamente, mas que podem exceder, e muito, sua capacidade financeira”, complementa Mocsányi.

M.S.
Revista Apólice

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