(FOTO: Roberto Rosendo/Vasco)

ATUALIZADO EM 19/02/2019, ÀS 11H01

O Vasco acertou um contrato de patrocínio até o fim de 2019 com a Global CBB, empresa de proteção veicular. A marca está estampada no short do uniforme cruzmaltino desde o jogo contra o Fluminense no domingo (17), pela decisão da Taça Guanabara no Maracanã.

Fenacor

“A Fenacor lamenta a decisão aprovada pela diretoria do Club de Regatas Vasco da Gama, provavelmente por desinformação, que macula a admirável história dessa instituição com a inserção do patrocínio de uma associação de proteção veicular no uniforme do seu time de futebol.

A Fenacor alerta, principalmente aos dirigentes e torcedores dessa agremiação, que a patrocinadora pertence a um segmento que atua à margem da lei, de forma totalmente irregular, sem autorização nem regulação de órgãos governamentais, muitas vezes provocando sérios danos a consumidores desavisados.

Esse setor é alvo constante de investigações da Polícia Federal – em muitos casos, com o encerramento das atividades de associações por determinação judicial – e de centenas de processos administrativos já instituídos pela Susep.

A Federação adverte ainda que, ao emprestar o prestígio, o respeito e a credibilidade dessa centenária instituição para incentivar os seus torcedores a contratarem os serviços da patrocinadora, a diretoria do Vasco da Gama expõe ao risco o patrimônio de milhões de famílias em todo o território nacional, boa parte integrante das classes mais pobres da população, em razão do perfil essencialmente popular do Club de Regatas Vasco da Gama”.

CCS-RJ

“O CCS-RJ vem a público manifestar sua indignação pela decisão do Club de Regatas Vasco da Gama, essa gigante instituição esportiva, fundada em 21 de agosto de 1898, e que tem milhões de apaixonados torcedores pelo mundo, em ter aceitado como patrocinador uma ‘empresa’ que se passa por uma associação de proteção veicular, que exerce atividade totalmente controversa e que vem sendo constantemente combatida pelos Órgãos Públicos e de Fiscalização do Mercado e de Defesa do Consumidor, inclusive com consistente divulgação na mídia de diversos prejuízos causados aos seus ‘clientes’ associados”.

M.S.
Revista Apólice

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