Nos últimos anos, os drones vêm ganhando cada vez mais espaço dentro de mercados como de monitoramento de áreas e produção audiovisual. Trata-se de um setor com crescimento estimado em 30% ao ano até 2020, de acordo com projeções internacionais, e que em 2018 movimentou mais de R$ 300 milhões.

Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), já são cerca de 60 mil equipamentos registrados no Brasil e 3 mil empresas cadastradas para prestação de serviços com os veículos aéreos não tripulados. E para que estes trabalhos sejam executados da forma mais segura possível, a Agência criou uma resolução específica para o uso profissional dos drones, que vigora desde 2017. “Nossa aposta em um produto voltado para drone faz parte de uma cultura estratégica que busca alcançar os mais diversos segmentos da aviação”, comenta Carlos Eduardo Polízio, diretor de Aero, Casco e Transportes.

De acordo com o diretor, contratar esta modalidade de seguro vai além do cumprimento às normas. “Demonstra compromisso da empresa com boas práticas de segurança, o que dá ao cliente a tranquilidade de que o trabalho será realizado de forma adequada e que o resultado final do que foi contratado estará resguardado no caso de qualquer eventualidade”, avalia.

Drones e o mercado segurador

Os drones também já foram aplicados dentro de algumas rotinas da seguradora para avaliações e mapeamentos. Em 2017, por exemplo, a companhia utilizou esses equipamentos na regulação de um sinistro de florestas e também em uma inspeção de risco. Enquanto outras alternativas de perícia e coleta de dados tomariam mais de uma semana, o drone foi capaz de executar a mesma tarefa em apenas um dia e meio. “O uso dessa tecnologia é fundamental para as seguradoras, uma vez que, o drone oferece um monitoramento e mapeamento mais completo, diferentes ângulos e de diversas perspectivas”, ressalta Polízio.

M.S.
Revista Apólice

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