Um novo ano se aproxima e com ele a vontade de corrigir rotas para otimizar resultados. Uma das perguntas mais recorrentes é como gerenciar os custos e lucrar num mercado instável como o brasileiro? Podemos pegar como exemplo os gastos com planos de saúde. Sabe-se que esse é o item mais caro na folha de pagamento das empresas, após o salário, e que 40% dos gastos com o plano de saúde são indevidos e poderiam ser evitados.

Uma das formas de “enxugar” esses gastos indevidos é contar com um serviço especializado de logística e gestão e, principalmente, dispor de ferramentas tecnológicas que possam otimizar todo o processo de cuidar da saúde do colaborador.

De acordo com Francisco Vignoli, sócio-diretor da Carelink, empresa especializada na logística de informações médicas, o uso da tecnologia para a gestão eficiente da saúde é inevitável. Tudo está conectado e chegou a hora das empresas adotarem essa tecnologia também para a gestão do benefício saúde de seus funcionários. “As soluções vão de centrais exclusivas a apps, que monitoram, armazenam e catalogam todas as informações sobre serviços utilizados nos planos de saúde dos usuários, passando por programas exclusivos que realizam toda a logística de dados médico-hospitalares coletados”, comenta o executivo.

Segundo levantamento realizado pela consultoria, a taxa de retorno de investimento das companhias que utilizam essas tecnologias pode chegar a 300% já nos primeiros seis meses da contratação. A tecnologia realmente pode operar milagres nos cofres das empresas brasileiras, basta que seja realizado um diagnóstico preciso e que seja prescrito o tratamento adequado, dessa forma é possível manter a saúde e os custos equilibrados.

M.S.
Revista Apólice

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