O impasse em relação à definição do frete para o transporte de carga trouxe de volta ao setor a preocupação com a possibilidade de uma nova paralisação dos caminhoneiros. O risco, no entanto, será reduzido se os donos da mercadoria fizerem seguro que cobre prejuízos com greves, afirma Mauro Camillo, diretor comercial de seguros de transportes da Alper.

Camillo lembra que o seguro transporte vem apresentando resultados positivos e é uma alternativa vantajosa também para os casos de greves.

Ele recorda que esse segmento do mercado, segundo dados da Susep, somou prêmios com esse tipo de apólice que superaram R$ 2,5 bilhões de janeiro a outubro do ano passado, nível 16,14% superior ao do mesmo período de 2017. Além disso, os sinistros do segmento tiveram queda de 3% nesse período, somando R$ 1,27 bilhões em 2018.

O executivo reforça que tanto o seguro de transporte nacional do embarcador (dono da mercadoria) quanto o do transportador (Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário – Carga – RCTR-C) são obrigatórios por lei (dec 73/66 art.20).

Existem excelentes seguradoras especializadas nesse segmento e que podem ser pesquisadas: “Essa solução é encontrada por intermédio de corretores que oferecem um amplo leque de serviços, como a Alper”, recorda.

No Seguro Transporte, Camillo afirma que o que mais preocupa o mercado de seguros de transportes é o roubo de carga (o Brasil é o 6º. país do mundo com maior número desses delitos). A segunda maior preocupação nesse segmento são os acidentes.

M.S.
Revista Apólice

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