Em tempos de muito caos, falta de empatia e desrespeito é que nasce a força maior de continuar sempre acreditando e lutando por um mundo melhor. Um mundo com mais amor, honestidade e consciência. Muitas pessoas lutaram lá atrás por tudo isso. Deram a vida, buscaram por justiça e igualdade. É preciso reconhecer e agradecer por termos os direitos adquiridos e, claro, continuar lutando por mais.

Alexandre Lima Passarello

Alexandre Lima Passarello fundou a Corretora Inclusiva do Brasil para lutar por seus ideais, acreditando em um mundo melhor e mais acessível, com igualdade para todos.

Tudo começou durante sua própria trajetória de vida, vivenciando e presenciando diversos tipos de discriminação e desrespeito. No setor profissional também observou a existência de barreiras no mercado de seguros, tanto pela falta de preparo e/ou cuidado das seguradoras em geral quanto pela falta de zelo no tratamento de um público diferenciado, como a inserção de nome social em apólice. A falta de diversidade em seu quadro de funcionários, como transexuais, pessoas com deficiência, negros, mulheres, também representam problemas para as seguradoras. Principalmente a ausência destas pessoas em cargos de liderança, comando ou de chefia.

Assim, Passarello pensou em como poderia contribuir para essa mudança, com atuação no ramo securitário. Ele uniu o conhecimento técnico com a vontade de mudança. Quando era empregado, tentou implementar produtos e ideias voltadas à inclusão social e quebra de paradigmas mas, por falta de incentivo e aceitabilidade, suas ideias não prosperaram. Apesar disso, não desistiu, formou-se corretor e criou sua própria empresa, realizando o sonho de tornar tudo isso real. Seu objetivo vai além da corretagem de seguros, engloba também o tratamento com humanidade, respeito, atenção e igualdade que todos, sem exceção. Assim nasceu a Corretora Inclusiva.

A empresa quer incluir colaboradores que fujam do “padrão”, que são excluídos pela sociedade, porque ele acredita que todos merecem respeito e oportunidade, e que as pessoas devem ser avaliadas apenas por seu desempenho.

M.S.
Revista Apólice

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