O fim do ano se aproxima e, com ele, a hora de pensar no destino do dinheiro extra que chega nessa época, como o 13º salário, PLR (Participação nos Lucros e Resultados), bônus e outros benefícios. Um bom momento para fazer aquele investimento que quanto mais cedo for iniciado, maior a chance de ter um futuro financeiro tranquilo. Para quem já investe, é hora de fazer um aporte extra e aumentar a reserva financeira futura, com um plano de previdência privada.

O incentivo fiscal na previdência privada é exclusivo na modalidade PGBL e permite deduzir as contribuições e aportes feitos ao plano em até 12% da renda bruta anual do participante. Trata-se de um adiamento, pois a cobrança do imposto de renda ocorrerá no final, no recebimento do benefício, ou em caso de resgate. A vantagem é que além de pagar menos ou restituir mais IR enquanto investe, o cliente pode reaplicar o dinheiro e aumentar ainda mais sua reserva futura.

A outra vantagem da previdência privada é poder alcançar uma alíquota de IR de 10% sobre o dinheiro resgatado ou sobre o benefício recebido. Para isso, basta escolher o regime tributável que adota a tabela regressiva de alíquotas do IR na hora de contratar o plano. Nesse regime, indicado para quem vai deixar o dinheiro investido a longo prazo, o percentual do imposto sobre cada contribuição chega a 10% após 10 anos de investimento.

Já para quem declara no modelo simplificado, a melhor opção é a modalidade VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre). Embora essa opção não seja dedutível do imposto de renda, a tributação feita no momento do recebimento do benefício será apenas sobre o rendimento ao longo do tempo e não sobre o valor total acumulado, como ocorre na modalidade PGBL. Ainda assim, aproveitar algum dinheiro extra de fim de ano para fazer um aporte é sempre uma boa forma de aplicar seu dinheiro.

M.S.
Revista Apólice

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