Sudeste – Duas notícias veiculadas pela imprensa nesta semana fazem crer que há possibilidade de uma guinada na carteira de Auto no Rio de Janeiro ainda este ano: queda nos índices de roubos de automóveis e ação da Susep contra as empresas de proteção veicular, denominadas pela autarquia de “mercado marginal”.

“A diretoria do CCS-RJ deu uma enorme contribuição com informação, debate e soluções para que estes dois bons anúncios fossem possíveis”, afirma o presidente Jayme Torres.

A primeira notícia veio através do estudo do Instituto de Segurança Pública (ISP), segundo o qual os índices de roubos de carros apresentaram queda da ordem de 17,3% no terceiro trimestre, comparado ao mesmo período do ano passado.

O CCS-RJ, com o apoio da Associação dos Corretores de Seguros da Baixada Fluminense – considerada a região mais afetada pela ação da criminalidade – promoveu um dia de debates com as lideranças das seguradoras e do Sindseg-RJ/ES para apresentar sugestões a todas as seguradoras que operam nesta carteira. Algumas destas sugestões já foram implementadas por companhias que receberam em mãos o documento com a lista de sugestões.

Outra bandeira da gestão foi o combate às chamadas empresas de “proteção veicular”, que além de muitas vezes lesarem os consumidores, mancham a imagem do seguro ao se passar por companhias de seguros.

“Nesta mesma reunião, na Baixada, o assunto foi debatido e a nossa diretoria esteve presente em todas as sessões da Câmara. Sugestões também foram encaminhadas ao deputado Lucas Vergilio, que comandava as discussões nas plenárias para votação da PL 3139”, conta Torres.

Em 16 de outubro, em uma ação inédita, a Susep anunciou que vai passar a divulgar em seu site uma listagem de empresas e entidades, nacionais e estrangeiras, identificadas e autuadas por não possuírem autorização da autarquia para operar com produtos de seguro.

“Sem dúvida, duas vitórias a serem comemoradas pela categoria. Parte delas deve-se à ação permanente e exaustiva da diretoria do CCS-RJ, sempre atenta aos interesses dos corretores de seguros. Sem recursos, mas com muita força de vontade, demos uma enorme contribuição em prol dos interesses destes profissionais”, conclui o presidente.

M.S.
Revista Apólice

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