Os brasileiros que estão planejando viajar para o Equador terão que colocar algo mais na lista de itens indispensáveis. Isto porque, a partir de setembro deste ano, o seguro saúde se torna obrigatório para todos os turistas que quiserem entrar no país. A obrigatoriedade foi estabelecida em fevereiro de 2018, de acordo com a Lei Orgânica da Mobilidade Humana, que estabelece que qualquer pessoa que entre no país precisa ter um seguro-saúde público ou privado durante a estadia.

Esta decisão do governo equatoriano não é inédita e está se tornando uma tendência no mundo. A medida, que já havia sido adotada em 1985 pela Europa com o Tratado de Schengen, estabelece a obrigatoriedade do seguro-saúde para a circulação entre os países com uma cobertura de no mínimo 30 mil euros. Já na América Latina, Venezuela e Cuba também exigem o seguro-saúde para entrar no país.

Com a nova norma, o Equador não estabelece um valor mínimo para a apólice, mas exige que o viajante tenha um seguro saúde que cubra acidentes ou doenças e que valha para todos os dias da viagem. “Porém, mesmo sem valor estipulado, é importante que o usuário busque um serviço que cubra amplamente as despesas hospitalares do país”, alertou Alexandre Camargo, country manager da empresa para o Brasil.

Fique atento

Além de ter o seguro saúde em mãos, existem alguns outros pontos que os viajantes precisam ficar atentos ao se programar para uma viagem internacional. Para auxiliar os viajantes a não terem surpresas desagradáveis durante a viagem, a companhia elaborou algumas dicas:

  • Vacinas: alguns países também exigem o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), que comprova a vacinação contra diversas doenças. No Equador, por exemplo, é obrigatório apresentar o comprovante de vacina contra febre amarela para entrar o país;
  • Moeda: o Equador tem como moeda oficial o dólar americano. Por isso, é importante comprar uma certa quantia antes de viajar. Porém, o indicado é ter notas pequenas, já que notas grandes, como US$ 100 não são aceitas em vários estabelecimentos. Vale lembrar, ainda, que o pagamento com cartão de débito tem um encargo adicional de 6%;
  • Documentações exigidas: muitos destinos da América do Sul não exigem a apresentação de passaporte, porém ele é o documento oficial para, praticamente, todos os lugares do mundo. Além disso, ele precisa estar válido até, no mínimo, o retorno do passageiro ao país de origem. Outro ponto que é preciso ficar atento é em relação a exigência do visto para a entrada no país, mesmo se haverá escala. Em conexões nos EUA, por exemplo, apresentação do visto americano é obrigatória.

L.S.
Revista Apólice

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