O Brasil superou a marca de um smartphone por habitante, uma vez que o País tem 220 milhões de celulares ativos, contra 210 milhões de pessoas, segundo o último levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de dezembro de 2017.

De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), que levanta anualmente a quantidade de dispositivos portáteis em uso, esse número chega a 306 milhões, se incluídos notebooks e tablets. Ou seja, esses aparelhos estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia a ponto de serem fundamentais na vida de muitas pessoas. É por isso que proteger dispositivos portáteis é tão importante, especialmente os celulares. A contratação de um seguro garante que você tenha um aparelho novo igual ou similar ao que foi roubado, por exemplo, por um custo muito menor do que o de compra de um novo.

A proteção celular se faz ainda mais necessária quando a Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel), em estudo mais recente, divulgou que, de janeiro a novembro de 2017 mais de 1,5 milhão de smartphones foram bloqueados por perda, roubo ou furto no Brasil. Outro fator determinante para investir em um seguro para celular é a segurança de contar com um serviço especializado para conserto de equipamentos em caso de imprevistos como, por exemplo, quebra acidental, queda de líquido ou oxidação.

Quando você ouve falar em “contratação de seguros” pensa logo em burocracia? Se sim, saiba que isso mudou. Aderir a um seguro, está cada vez mais fácil, especialmente, porque, além de o varejo disponibilizar este serviço no momento da compra do produto, há um grande movimento de seguradoras ofertando este produto de maneira online através de corretoras online. Com poucos cliques já é possível escolher as coberturas, tirar dúvidas com atendentes remotos e finalizar a contratação.

7 dicas que ajudam a entender como funciona a proteção para smartphones

  1. Os seguros para celular costumam oferecer cobertura para roubo, furto qualificado mediante arrombamento (quando há rompimento de algum obstáculo) e dano acidental, que em algumas situações também cobre danos líquidos ou oxidação, porém nunca para perda do aparelho ou furto simples (quando há o simples desaparecimento do aparelho);
  2. O valor do seguro depende do modelo do dipositivo, que deve ser comprovado com a apresentação da nota fiscal e número do IMEI (código único de identificação do aparelho celular) no momento da contratação ou quando houver o sinistro;
  3. A maioria das seguradoras cobrem todas as marcas e modelos de smartphones novos;
  4. Algumas seguradoras oferecem seguro para equipamentos usados através de ofertas em seus parceiros;
  5. A forma de pagamento do seguro pode ser à vista, parcelada ou mensal;
  6. A maioria dos seguros não possui carência, ou seja, o cliente já estará coberto no dia seguinte à contratação. A carência poderá ser aplicada na contratação do seguro para equipamento usados;
  7. Toda apólice possui um valor de franquia que depende das coberturas contratadas e gira em torno de 25% do valor do aparelho.

M.S.
Revista Apólice

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