Das 15 milhões de empresas ativas no País, as pequenas e médias empresas representam 98% deste montante, com um crescimento médio de 12% ao ano. Dessas empresas, 90% delas estão concentradas nos setores de comércio e serviço. Segmento muito importante para o mercado segurador. Percebemos que essas companhias cada vez mais contratam seguro de vida para seus funcionários como política de Recursos Humanos, seja por conta das convenções sindicais ou como forma de atrair e reter talentos.

Fábio Lessa

Gerar mais benefícios aos funcionários é uma forma de contribuir para um melhor ambiente de trabalho e de tangibilizar o seguro. Por isso, ao estimular a cultura da proteção, percebemos que desmistificar o seguro de vida, dando ênfase às suas funcionalidades e importância no dia a dia das pessoas, é o primeiro passo.

Há ainda as expectativas de mudança das relações trabalhistas em um horizonte não tão distante. Precisaremos avaliar o papel dos sindicatos e associações de classes nesse novo cenário. É bastante provável, por exemplo, que haja um incremento na contratação de seguro para autônomos e profissionais liberais, em virtude dos novos modelos de relações contratuais.

Não há dúvidas de que os seguros de vida para pequenas e médias empresas representam, sim, uma segurança para o empregado e uma tranquilidade para o empregador.

Por isso, uma consultoria especializada e a escolha assertiva do produto é fundamental. Vale conhecer bem o perfil do cliente e a diversificada lista de assistências que complementam as coberturas. Elas vão desde a tradicional cobertura para mortes, acidentes e despesas médicas, que pode ser extensiva à família, e passam pela assistência a reparos domésticos. Mas já acompanhamos a implantação da assistência nutricional, o crescente interesse pelas garantias para doenças graves e congênitas e até – uma novidade – a assistência às vítimas de crimes, com atendimento médico e orientação para roubo e furto de documentos.

Hoje há mais facilidade ao corretor e agilidade nos processos de contratação. E é preciso que seja assim também sob o ponto de vista das empresas. Tudo precisa ser simples e automatizado. Por isso também há mais autonomia na cotação e implantação dos negócios, diminuindo o tempo de resposta ao cliente.

Estamos, enfim, ampliando a oferta, diversificando os produtos e desburocratizando a aceitação das propostas. Um profissional atento a essas mudanças certamente estará mais preparado para este mercado tão promissor.

Sobre o autor

Fabio Lessa, diretor Comercial da Capemisa

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