O Ranking das Seguradoras, estudo feito pelo Sincor-SP, serve de orientação aos profissionais sobre os caminhos do setor. O trabalho referente ao ano anterior foi publicado assim que consolidados todos os números da Susep e da ANS.

Sendo assim, não é novidade que o ano de 2017 marcou a retomada do crescimento da economia brasileira e, por consequência, do setor de seguros. À exceção do seguro obrigatório DPVAT, que sofreu redução pelo governo, os principais ramos de seguros tiveram crescimento superior à inflação. Destacam-se os seguros de Pessoas, que, sistematicamente, nos últimos três ou quatro anos, cresce a uma taxa superior a de outros ramos.

Total

No Ranking Total (excluídos os produtos VGBL, PGBL e DPVAT, e incluído o seguro Saúde), o faturamento das seguradoras em 2017 alcançou o montante de R$ 144 bilhões, com variação de 9% em relação ao ano anterior. Se considerarmos o seguro obrigatório DPVAT, o montante sobe para R$ 149,9 bilhões, com variação de 6,4%. Em ambos os casos, superando as taxas de inflação.

Total (sem VGBL)

Automóvel

Em 2017, no ramo Automóvel (sem considerar o seguro DPVAT), o faturamento total foi de R$ 34,7 bilhões, com aumento de quase 7% em relação ao mesmo período do ano anterior. No ramo Patrimonial, a receita total foi de quase R$ 14 bilhões, com alta de 5%, e o ramo de Pessoas teve faturamento de R$ 38 bilhões, com variação de 12%, um número bastante positivo.

DPVAT

No ramo DPVAT, o faturamento bruto em 2017 foi de R$ 5,9 bilhões, com uma queda de 32% em relação ao ano anterior.

Riscos Financeiros

Em Riscos Financeiros, a receita foi de quase R$ 4 bilhões, com variação expressiva em relação aos valores do ano anterior. No ramo de Transportes, a receita foi de R$ 3,1 bilhões, com alta de 4%. No ramo de Saúde, a receita foi de R$ 39,4 bilhões, com variação de, aproximadamente, 10%, e nos demais ramos, a receita foi de R$ 11 bilhões, com variação de 7%. Já no caso do DPVAT, o faturamento bruto foi de R$ 5,9 bilhões, com uma queda de 32% em relação ao ano anterior, como já comentado acima.

Patrimonial

No ramo Patrimonial, a receita total de 2017 foi de quase R$ 14 bilhões, com alta de 5% em relação ao ano anterior. Os três primeiros grupos seguradores faturaram 42% de todo o setor. A liderança coube ao grupo Zurich, com 19%.

Pessoas

O ramo Pessoas teve faturamento de R$ 38 bilhões, com variação de 12% em relação a 2016. A liderança coube ao grupo Bradesco, com 23% de tal mercado, seguido pelos grupos BB Mapfre e Zurich.

Transportes

Em 2017, no ramo Transportes, a receita foi de R$ 3,1 bilhões, com alta de 4% em relação ao ano de 2016. As dez primeiras empresas faturaram 73% do total do setor, sinalizando um bom grau de diversificação.

Saúde

No ramo Saúde, a receita em 2017 foi de R$ 39,4 bilhões, com variação de, aproximadamente, 10% em relação ao ano anterior. Duas companhias – Bradesco e SulAmérica – concentram a receita do segmento.

Nos Demais Ramos, a receita em 2017 foi de R$ 11 bilhões, com variação de 7% em relação ao ano anterior. Quem liderou foi o grupo BB Mapfre, com 37% desse segmento.

O material completo pode ser acessado através do link.

M.S.
Revista Apólice

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